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Segunda-feira, 13 de Junho, 2011
Sp. Braga: Marco Ramos é o excluído

Com o aproximar do início dos trabalhos de preparação da nova temporada, o plantel do Sporting Clube de Braga vai ficando cada vez mais definido e começam a ser claras as opções que o novo treinador, Leonardo Jardim, vai tomar na próxima época.

Depois de praticamente confirmada a continuidade de Elderson, apesar do jovem nigeriano ter tido, na temporada passada, vários problemas com lesões, e da confirmação da contratação de Imorou, um jovem lateral esquerdo nascido em França e internacional pelo Benin, parece certo que o luso-francês Marco Ramos, contratado como reforço de Inverno em Janeiro passado, passa a terceira opção do técnico para o lugar em questão.

Como tal e porque praticamente não foi utilizado na equipa na temporada passada, com excepção para a participação num encontro da Taça da Liga frente ao Arouca, Marco Ramos não deve fazer parte do plantel na temporada que se avizinha, pelo que é quase certa a sua saída do clube.
A saída parece ser a solução para o lateral esquerdo que terá certamente alguma facilidade em encontrar novo rumo para o seu futebol, uma vez que é um jogador que tem vários clubes franceses interessados nos seus préstimos.

O futuro de Marco Ramos espera por uma confirmação, que estará certamente para breve, uma vez que os responsáveis arsenalistas querem definir o plantel que vai discutir as diferentes competições na próxima época.


CORREIO DO MINHO
 

Preço de Miguel Britos arrefece interesse

A Imprensa italiana tem colocado Braga e... Benfica no encalço de Miguel Britos, central que representa o Bolonha. As notícias, de acordo com Diego Heredia, agente FIFA que representa o uruguaio, de 25 anos, têm um fundo de verdade, mas isso não significa que a transferência se vá concretizar. "Estamos conversando", limitou-se a dizer o empresário a O JOGO, sem querer dar qualquer cenário como garantido. A verdade é que o facto de Britos ter contrato com o emblema italiano e de ser necessário uma boa quantia monetária para o contratar arrefeceu um pouco o interesse dos arsenalistas.


Henrique
"Dizem que sou parecido com Pepe"

Pela segunda vez na carreira, Henrique viu o seu destino sofrer uma mudança súbita. Quando se começava a mentalizar de que teria de fazer as malas para rumar ao Olhanense, o central recebeu uma chamada telefónica que o obrigou a apresentar-se rapidamente em Braga. A estupefacção, como revela nesta entrevista a O JOGO, foi enorme e ainda hoje não desapareceu. No entanto, o jovem de Fafe diz-se pronto para demonstrar a Leonardo Jardim e aos adeptos bracarenses que não é à toa que os amigos mais próximos o comparam a Pepe.

Qual é a sensação de terminar em Braga depois de até ter assinado com o Olhanense?

Este último mês foi mesmo de mais. Fiz dois golos no jogo que garantiu a subida do Feirense e, num espaço de duas semanas, saltei do Olhanense, com o qual já tinha um contrato assinado, para o Braga. Ainda não percebo muito bem o que aconteceu.
Depois do jogo com o Aves, chegou a dizer que se ia concentrar no Olhanense. Encontra explicação para a reviravolta que aconteceu?

Não sei. Talvez tenham sido os golos que marquei ao Aves e o facto de o míster Leonardo Jardim já me conhecer. Aliás, acredito que tenha sido ele um dos principais impulsionadores da minha mudança para o Braga.
Quando terminou a época, imaginava que isto pudesse acontecer?

Sinceramente não. Se quando deixei o Feirense, me tivessem perguntado o que achava ser melhor para mim, nunca pensaria em falar no Braga, porque o clube adquiriu um grande estatuto nas últimas duas épocas.
Como reagiu, quando lhe disseram para se apresentar em Braga?

No início nem queria acreditar. Na última quarta-feira de manhã, quando estava em Viana do Castelo com a minha namorada [Juliana Mendes], ligou-me o vice-presidente do Olhanense [Filipe Sousa] a dizer-me que tinham acordado tudo com o Braga na noite anterior e para eu ir imediatamente para lá fazer exames médicos e assinar contrato. Foi tudo muito rápido e apanhou-me de surpresa.
O que espera desta aventura no Braga?

Não estava nada à espera de subir tão rapidamente, mas agora que estou no clube vou dar o máximo para agradar ao treinador. Sei que será um desafio muito difícil, mas só depende de mim agarrar um lugar na equipa.
Já se imaginou a jogar as competições europeias?

[sorrisos] Não, ainda estou a assimilar a minha transferência para o clube. Os meus amigos até costumam brincar comigo dizendo que há pouco estava na II Liga e agora posso jogar a Liga Europa. Realmente era um sonho.
Por ser minhoto, provoca-lhe algum sentimento especial o facto de representar um dos dois maiores clubes da região?

Claro que sim. Quando era mais novo, não era adepto do Braga, mas sempre o segui com muita atenção, pois fica bastante perto de Fafe. Além disso, jogar no Braga permite-me estar perto da minha família, da minha namorada e dos meus amigos.
Para quem não o conhece, como se descreve como jogador?

Sou um central forte no jogo aéreo que tenta antecipar o que o adversário vai fazer para não ser apanhado desprevenido e acho que sou um falso lento, já que não me considero assim tão lento como dizem.
Com quem se compararia?

Os meus amigos costumam dizer-me que tenho características parecidas com Pepe, mas também tenho como referência Ricardo Carvalho. Não há dúvida de que os dois são os melhores centrais portugueses do momento.
Marcou golos em quase todas as épocas até ao momento. Considera-se um central goleador?

Realmente, um dos meus pontos fortes é o jogo aéreo, mas não creio que seja um goleador. Num canto ou num livre, a bola tanto pode ir para o primeiro poste como para o segundo. É tudo uma questão de posicionamento. Esta época fiz três golos que se revelaram fundamentais para o Feirense vencer os jogos, mas só isso.
Mais decisivo não poderia ter sido...

Sim, esta época era difícil pedir mais [sorrisos].

Henrique

Nuno Henrique Gonçalves Nogueira

Naturalidade Fafe

IDADE 24 anos (19/10/1986)

ALTURA 1,86 m

PESO 75 kg

POSIÇÃO Defesa-central

EX-CLUBES

Olhanense, Feirense, Aves e Fafe


"Dá mais gozo chegar à I Liga saindo de baixo"

O percurso de Henrique até ao escalão principal foi sempre a subir. Depois de representar o Fafe e o Aves, o central, que em miúdo foi dispensado do Boavista por... falta de altura, deu nas vistas no Feirense e, aos 24 anos, chega finalmente onde sempre sonhou. Agora, só lhe resta alcançar outro objectivo: vestir a camisola das Quinas.

O percurso que realizou até agora nunca contemplou um grande. Alguma vez teve essa oportunidade?

Por acaso, estive dois anos no Boavista, mas fui dispensado por ser pequeno - o que não deixa de ser curioso [sorrisos]. Depois vim para o Fafe e nunca mais tive essa possibilidade.
Considera-se um exemplo para os jogadores que jogam nos escalões inferiores e que sonham jogar na divisão principal?

Talvez seja um bom exemplo. Dá mais gozo quando se chega à I Liga saindo das divisões inferiores, pois só nós sabemos o que temos de passar para o conseguir. No entanto, as pessoas olham para nós de forma diferente das que saem da formação de FC Porto, Benfica ou Sporting.
Lamenta nunca ter jogado pelas selecções mais jovens de Portugal?

Infelizmente, nunca joguei, mas no meu primeiro ano de sénior cheguei a ser chamado à Selecção de sub-20 que iria participar no Torneio de Toulon. Apesar de não ter sido internacional, estava a viver um sonho e acreditava que poderia ir com a equipa porque os únicos centrais que existiam na altura eram Tiago Valente e Nuno André Coelho, que vou reencontrar agora em Braga. No entanto, nesse ano apareceu Manuel da Costa e acabei por ficar de fora das escolhas do seleccionador.
Acredita que algum dia poderá ser chamado?

Porque não? Sei que é muito complicado, pois há vários jogadores com qualidade para a minha posição, mas sonhar não custa nada.
Qual foi o treinador que mais o marcou até agora?

Todos têm a sua filosofia, mas este ano foi especial. Recordo-me que tinha praticamente tudo acertado com o Santa Clara e recebi uma chamada de Quim Machado dizendo que iria apostar em mim e que o projecto do Feirense ia ser óptimo. E realmente foi. Por isso tenho muito a agradecer-lhe. No entanto, não posso esquecer Henrique Nunes, Tenio Tenev e Carlitos, no Fafe, que me ajudaram bastante.


"Custou perder o título na última jornada"

Apesar de ter perdido o primeiro lugar na derradeira jornada da II Liga, Henrique garante que jamais esquecerá a passagem pelo Feirense e o trabalho que realizou com Quim Machado. Afinal foram dele os dois golos que levaram os fogaceiros à divisão principal.

Como foi marcar os dois golos que deram a subida ao Feirense, ainda por cima frente ao Aves?

Sou sincero: foi uma sensação muito boa. Apesar de ter um carinho especial pelas pessoas do Aves, aquele era o jogo das nossas carreiras e por isso foi muito bom, até porque nos permitiu festejar a subida.
E passar do céu quase ao inferno no espaço de uma semana?

Custou perdermos o título na última jornada. Já tínhamos festejado a subida, mas queríamos ser campeões. Infelizmente, as coisas não correram a nosso favor. De qualquer maneira, o objectivo foi alcançado.
O que faltou nesse jogo?

Os festejos da subida fizeram com que a semana fosse totalmente diferente das restantes. No entanto, acho que até estivemos bem no jogo. Tivemos várias oportunidades para marcar: enviámos uma bola ao poste, outra à barra, e outra foi salva em cima da linha de baliza... Foi só infelicidade.
Deu-lhe mais gozo subir de divisão tendo em conta que o Feirense não era visto como uma das equipas mais fortes?

Sem dúvida. Desde o início que o objectivo do Feirense era subir de divisão, mas todos os adversários nos desprezaram pelo facto de as contratações não terem sido tão sonantes. No entanto, formámos um grupo muito forte com os jogadores que já estavam na equipa - e a união fez o resto.


Cazaquistão no currículo


O destino dá muitas voltas, e o de Henrique já o levou até ao... Cazaquistão! A experiência, contudo, foi para esquecer. "Duas semanas antes de começar a pré-época 2010/11, fui para o Cazaquistão por intermédio de um empresário para treinar no FC Atyrau, que ia participar na pré-eliminatória da Liga Europa. No entanto, não gostei nada das condições que existiam e pedi logo para regressar a Portugal", conta o central, que antes de ingressar no Feirense esteve com um pé no Santa Clara.


Montpellier tentou convencer Kaká

O Braga não é o único clube interessado em Kaká. Segundo a Imprensa francesa, o Montpellier tentou contratar o central do Hertha de Berlim, mas o esforço revelou-se infrutífero. A revelação foi feita pelo próprio presidente do clube francês, Louis Nicollin, que culpou os representantes do brasileiro pelo falhanço do negócio. Assim sendo, os arsenalistas continuam a ter boas hipóteses de recuperar o defesa, embora tenham primeiro de chegar a acordo com os alemães.

 

Braga enfrenta "época crucial"

Transformado nas últimas épocas em exemplo de rigor e sucesso, o Braga beneficia de um presidente... à Pinto da Costa. "António Salvador marca muito as decisões", afirma Nicolau Santos. "É um presidente que junta a gestão desportiva à gestão financeira. É até o que falta ao Benfica, que não tem a sorte de ter um presidente que seja um bom director-desportivo", completa Camilo Lourenço, considerando que o Braga se prepara para encarar uma "época crucial". "Tem sido um exemplo de gestão, mas a época que vem é crucial. Já houve outros casos de clubes que tinham sucesso e a seguir borravam a pintura. O último foi o Boavista", recorda o também colunista, para quem os minhotos podem, em caso de novo ano de êxito, encurtar distâncias... para o Sporting. "Se continuar a ser bem gerido, o Braga pode ameaçar seriamente a posição do Sporting!", diz Camilo Lourenço.

Já Nicolau Santos salienta o papel de Carlos Freitas, actual director-geral desportivo do Sporting que nos últimos anos foi manager do Braga. "É um excelente descobridor de talentos e tem a vantagem de se adaptar aos orçamentos. Foi assim que o Braga conseguiu ganhar dinheiro com as transferências de vários jogadores", indica o jornalista.

O JOGO

 

Jardim pede mais sete reforços

Técnico pediu um guardião, dois laterais-direitos, dois centrais e um n.º 10. Portas abertas a um atacante experiente e aí a hipótese Nuno Gomes ganha mais força. Salvador receptivo.

Já são conhecidos sete reforços do SC Braga versão 2011/2012, mas a revolução no plantel será ainda mais profunda. O objectivo é rejuvenescer os quadros de jogadores, começar praticamente do zero. Leonardo Jardim já detectou os pontos fracos da equipa e entregou a António Salvador uma lista com novos pedidos.

O treinador madeirense quer mais um guarda-redes, dois defesas-direitos, dois defesas-centrais, um centro-campista com potencial inatacável para liderar as manobras ofensivas, isto sem fechar as portas à entrada de um atacante experiente q.b., que acrescente qualidade insuspeita à equipa.

Já há nomes em cima da mesa e no topo das prioridades encontram-se jogadores como Miguel Lopes (o lateral pertence ao FC Porto e na última época sagrou-se campeão da 2ª liga espanhola, ao serviço do Bétis) e Darragi (o tunisino é a estrela maior da selecção do seu país e do Esperança de Tunes, revelando qualidade que o tornam num alvo apetecível para a vaga na zona intermediária).

Nuno Gomes também é um futebolista que encaixa na perfeição no lote das sugestões avançadas por Leonardo Jardim. Em final de contrato com o Benfica, a hipótese de o SC Braga avançar para a contratação deste atacante, que completa 35 anos a 5 de Julho, ganha força suplementar.

 

Manter Yazalde é um desejo
Nova cedência do avançado seria bem vista, mas o SC Braga tem outros planos...

A boa época de Yazalde nos Arcos deixou os responsáveis do Rio Ave interessados em garantir nova cedência. Um desejo condicionado pela forte possibilidade de o SC Braga vender o passe do avançado.

Meyong pode fazer as malas
A ligação de Meyong ao SC Braga poderá registar um epílogo antes de a nova época ter início.

Depois de contratado Douglas (V. Guimarães) e com a certeza de que Lima e Paulo César são atacantes para manter nos quadros, o camaronês corre o risco de repetir uma temporada de menor protagonismo como a que encerrou há um mês, a contrastar com a campanha 2009/2010, na qual se revelou o melhor goleador da equipa.

Equipamentos entregues ao Sporting de Braga do Soyo

Os quarenta equipamentos completos que o SC Braga doou ao Sporting de Braga do Soyo foram entregues este domingo ao clube angolano.

Recorde-se que no passado mês de Março, a SAD minhota acedeu ao pedido de apoio de um grupo de adeptos, alargando e fomentando, assim, os laços com Angola e com o Soyo.

Os Guerreiros do Soyo vão assim poder participar no Girabairro devidamente equipados à Braga.

 

Equipamentos entregues ao Sporting de Braga do Soyo
 

Os quarenta equipamentos completos que o SC Braga doou ao Sporting de Braga do Soyo foram entregues este domingo ao clube angolano.

Recorde-se que no passado mês de Março, a SAD minhota acedeu ao pedido de apoio de um grupo de adeptos, alargando e fomentando, assim, os laços com Angola e com o Soyo.

Os Guerreiros do Soyo vão assim poder participar no Girabairro devidamente equipados à Braga.

Refira-se que o SC Braga do Soyo, criado há um par de anos, permaneceu no anonimato até Fevereiro deste ano, quando dois atletas do clube, operários no complexo petroquímico ALNG, um pólo de gás natural, tiveram conhecimento da presença de um engenheiro português, natural Braga, a trabalhar na mesma infra-estrutura.

Foram ao seu encontro para lhe dar a conhecer o clube e tentar obter, junto dele, um patrocínio para o fornecimento
de equipamento desportivo.

O SC Braga do Soyo foi, então, dado a conhecer em Portugal através da Internet, com a criação de uma página na rede social Facebook e com a abertura de um tópico de discussão no fórum do site Superbraga.com.

De aí à sensibilização da Sociedade Desportiva bracarense foi um pequeno passo. O primeiro contacto oficial foi feito logo em Fevereiro, através de correio electrónico. Na mensagem foi dado a conhecer aos dirigentes minhotos a existência de um clube homónimo em Angola, solicitando-se a ajuda num pedido de 20 equipamentos completos e de algumas bolas.

Os administradores do Superbraga.com resolveram, entretanto, promover uma campanha de angariação de fundos para também apoiar o SC Braga do Soyo.

O director executivo dos minhotos, Rui Casaca, fez as devidas diligências junto da marca desportiva que veste a
equipa principal e os 40 equipamentos e alguns coletes de treino foram preparados para a viagem.

A ajuda chegou, o sonho, esse, foi concretizado depois de uma operação logística que demorou dois meses e que contou com a ajuda de empresas de construção civil portuguesas que operam em Angola.

A cerimónia foi assinalada com um jogo entre o SC Braga do Soyo, já devidamente equipado, o os Amigos do Ndemba, no campo 11 de Novembro.

Os bracarenses do Soyo venceram por 1-0.

Para a história fica o primeiro onze devidamente equipado: Domingos Sita, Mário Junior, Marco Manuel, Blon Mussa, Tomás Lemba, Luciano Ernesto, Matadi Mufutu, Domingos, Gabriel Vergilio, Osvaldo Oliveira e Estevão Casimiro.

Também receberam o equipamento os jogadores Rafael José, Dilito Manuel, Imbito Gomes, António Pemba, Domingos Estrela, Adão Luzia, Manuel Madaleno, Lufukenda Ndongala, Rafael Trindade, Casimiro Iginga, Emilio Pemba, Anselmo Mundo e Tomás Mujamba.
A BOLA

 

Chemmam agradou
LATERAL-ESQUERDO tunisino
   

O negócio de ocasião que muitas vezes muda a agulha no mercado pode muito bem acontecer no Sp. Braga. Com efeito, o tunisino Khalil Chemmam está também na agenda da SAD e o interesse surgiu quando Leonardo Jardim foi observar Darragi, médio criativo que continua com o Minho no horizonte, mas cujo negócio só sofrerá desenvolvimentos em meados de julho, altura em que termina o campeonato na Tunísia.

A questão é que o treinador do Sp. Braga, na altura ainda não confirmado oficialmente, gostou muito da exibição de Chemmam nesse jogo em que esteve presente a 28 de maio. A seleção tunisina derrotou a sua congénere da República Centro Africana, por 3-0, com 2 golos de Darragi, mas o nome de Khalil Chemmam passou a ficar no bloco de Jardim.

 

Minhotos apadrinham estreia do Sp. Braga do Soyo

equipamentos oferecidos a equipa angolana

O Sporting de Braga do Soyo, clube de bairro desta cidade do norte de Angola, recebeu domingo um conjunto de 40 equipamentos com as cores encarnada e branca oferecidos pelo clube português, anunciou esta segunda-feira a equipa angolana, em comunicado.

Criado por influência de um adepto da equipa minhota a residir na cidade, o Sporting Clube de Braga do Soyo ganhou forma este ano quando dois jogadores do clube, a trabalhar no complexo petroquímico ALNG (produção de gás natural), pediram ajuda (equipamentos) a um engenheiro português, originário de Braga, ali deslocado.

A partir daí, os responsáveis do pequeno clube angolano decidiram dar a conhecer o emblema do Braga do Soyo através da Internet, com a criação de uma página no Facebook, e a abertura de "um tópico de discussão no fórum do site Superbraga.com".

Ainda por essa ocasião, os angolanos contactaram oficialmente a SAD do Sporting de Braga a solicitar ajuda para o Braga do Soyo. Em paralelo, o site Superbraga.com lançou uma campanha para angariação de fundos para apoiar o jovem clube angolano.

A ideia foi ganhando dimensão e os responsáveis angolanos avançaram com um projeto de estatutos, já submetido às autoridades, aguardando-se a aprovação notarial.
Entretanto, após ter sido assegurado (pela SAD do Braga e o site Superbraga.com) a disponibilização de 40 equipamentos, partiu-se para a operação de os fazer chegar a Angola.

Devido à experiência acumulada, optou-se por pedir a colaboração de empresas portuguesas de construção civil que operam naquele país, já que lidam regularmente com o transporte de materiais e equipamentos entre os dois estados.
Finalmente, depois de embarcados no terminal portuário em Matosinhos, há cerca de dois meses, e de uma viagem que os levou até Luanda, os equipamentos chegaram por via terrestre ao destino na semana passada.

No passado domingo, os jogadores do Sporting Clube de Braga do Soyo equiparam-se a rigor, com as cores dos arsenalistas do Minho: camisola encarnada, com manga branca, calção branco e meias encarnadas.
Nesse dia, o emblema do Sporting Clube de Braga do Soyo impresso nas novas camisolas entrou primeira vez em campo para um jogo particular com os Amigos do Ndemba, vencendo por 1-0.
Na cidade existe um único clube a disputar o principal campeonato angolano de futebol (Girabola): a Académica do Soyo.
RECORD

publicado por carlitos às 14:12

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