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Sexta-feira, 26 de Agosto, 2011

Liga Europa: Braga começa em Birmingham e termina na Bélgica


 

 O Sp. Braga começa a participação na fase de grupos da Liga Europa em Birmingham, com uma deslocação a St. Andrews, no dia 15 de Setembro, e termina-a na Bélgica, em Brugge, a 15, mas de Dezembro.

 No dia 29 de Setembro, na 2ª jornada, os bracarenses recebem o Brugge no Estádio AXA e no dia 20 de outubro desloca-se ao terreno do Maribor.

 A 4ª jornada da fase de grupos tem um SC Braga x Maribor, a 3 de Novembro, enquanto no dia 30 de Novembro se joga o SC Braga x Birmingham.

 Os minhotos terminam a fase de grupos em Brugge, a 15 de Dezembro.

 

CALENDÁRIO DOS JOGOS DO GRUPO H

 

BRAGA COMEÇA E ACABA FORA DE CASA
É o seguinte o escalonamento dos jogos do Grupo H em que o SCBraga está inserido:
Birmingham - Braga (15/9) ;

Braga - Brugge (29/9)
Maribor - Braga (20/10)
Braga - Maribor (3/11);

Braga - Birminghan (30/11)
Brugge - Braga (15/12)

 

História frente aos belgas

Nunca os minhotos se cruzaram com o Club Brugge, sendo o Standard Liège o único conhecido do SC Braga no que a clubes belgas diz respeito.

Ainda assim, a equipa arsenalista apenas defrontou por duas ocasiões o Standard, que tem Sérgio Conceição como director-desportivo, nos 16-avos-de-final da Liga Europa de 2008/09.

O SC Braga venceu no AXA por 3x0 e depois empatou em casa do Standard Liège a uma bola. O Brugge já não é campeão na Bélgica há seis anos, a última vez foi em 2005.

Na Liga Europa este emblema eliminou, no play-off de acesso a esta fase-de-grupos, o modesto Zestafoni, da Geórgia, com 5x3 no somatório das duas mãos.

Birmingham é desconhecido, ingleses não

O SC Braga nunca defrontou o Birmingham em confrontos oficiais, apesar de possuir um histórico cheio frente a adversários ingleses. O Birmingham foi, aliás, o responsável pela eliminação do Nacional, ontem, da segunda prova de clubes mais importante da UEFA.

Os bracarenses somam sete derrotas em 15 jogos efectuados, com apenas três vitórias.

Contudo, se os números na generalidade são adversos, olhando ao passado recente percebe-se que apenas por uma vez nas últimas seis partidas com britânicos o SC Braga perdeu, destacando-se três triunfos nos últimos cinco jogos.

Eslovenos: adversários inéditos

O SC Braga nunca defrontou o Maribor nem qualquer emblema da Eslovénia. Campeão esloveno e finalista vencido na Supertaça do seu país, o Maribor está na fase-de-grupos da Liga Europa depois de ter eliminado os escoceses do Rangers no play-off.

O emblema esloveno iniciou a época europeia 2010/11 na Liga dos Campeões, ultrapassou o Dudelange do Luxemburgo na segunda pré-eliminatória mas acabou por cair aos pés do Maccabi Haifa na terceira pré-eliminatória, acabando por entrar no play-off da Liga Europa.

Na liga eslovena o Maribor lidera a tabela com 16 pontos em seis jogos, não tendo ainda perdido qualquer jogo.

O primeiro jogo da fase-de-grupos está agendado para o dia 15 de Setembro

 
    

 BIRMINGHAM (ING)  http://www.bcfc.com
Fundação1875
EstádioSt. Andrews (30 mil)
Ranking da UEFA:104º
Treinador: Chris Hughton
Como chegou aqui: Venceu a Taça da Liga em 2011, batendo o Arsenal na final (2-1). Afastou o Nacional no Play-off (0-0 e 3-0).
Principais figurasCarr, Caldwell, Beausejour, Redmond, Zigic
Apresentação Despromovido ao escalão secundário no final da época passada, O Birmingham tem sofrido no arranque do Championship: duas derrotas nas três primeiras jornadas deixam-no muito longe dos lugares de topo. A afirmação do jovem Redmond, muito influente frente ao Nacional, compensa o eclipse de Zigic, afectado por lesões, e com uma transferência em aberto.

  

CLUB BRUGGE (BEL)  http://www.clubbrugge.be/
Fundação 1891
Estádio Jan Breydel Stadium (29 mil)
Ranking da UEFA:60º
Treinador Adrie Koster
Como chegou aqui 4º classificado na Liga belga em 2011/12. Afastou os azeris do Qarabaq (4-1 e 0-1) e os georgianos do Zestafoni (3-3 e 2-0) para chegar à fase de grupos.
Principais figuras: Hofkens, Donk, Dirar, Odjidja-Ofoe, Akpala, Vazquez,
Apresentação Distante dos gloriosos anos 70, em que chegou por duas vezes a finais europeias, o Brugge ainda detém o recorde para o maior número de presenças consecutivas na Taça UEFA (14). Nos últimos anos, tem vivido na sombra dos históricos Anderlecht e Standard, e de novas potências como o Genk: o último título data de 2005, e a última vitória na Taça de 2007. Ainda assim, a época está a começar bem: ocupa o segundo lugar na Liga, a um ponto do líder Malines, com duas vitórias e dois empates em quatro jogos.

    

MARIBOR (ESL)  http://www.nkmaribor.com/
Fundação 1960
Estádio Ljudiski (13 mil)
Ranking da UEFA:227º
Treinador Darko Milanic
Como chegou aqui Campeão da Eslovénia, foi afastado da Liga dos Campeões pelo Maccabi Haifa (1-2 e 1-1). Mas no Play-off da Liga Europa deixou o histórico Rangers pelo caminho (2-1 e 1-1).
Principais figuras Handanovic, Trajkoviski, Mezga, Abraimi, Beric, Velikonja
Apresentação Crónico campeão da Eslovénia até 2002 (sete títulos consecutivos) perdeu o estatuto de primeira equipa do pequeno país balcânico para o Gorica em meados da década passada. Recuperou a coroa com dois títulos nas últimas três épocas. O actual director desportivo é Zlatko Zahovic, figura bem conhecida dos portugueses. A equipa já lidera folgadamente o campeonato, com cinco vitórias em seis jornadas e cinco pontos de vantagem sobre o segundo.

 

 

publicado por carlitos às 22:21

 

Uma vida em dois dias

 

Carlos Alberto Rodrigues

 

 Carlitos sempre se sentiu um privilegiado e por isso orgulhoso de ter nascido e crescido enquanto criança e grande parte da sua adolescência num dos locais mais aprazíveis do país e que teve a bênção dos Deuses quando criaram o Gerês e toda a sua região envolvente.
 No seu caso, as faldas daquela serra serpenteada pelo rio Cávado cujas águas formam um belo espelho na Caniçada e que depois de a “abandonar” continua sua aventura num vale encravado entre duas vertentes montanhosas que servem de miradouros privilegiados sobre o casario tão típico daquela região e cujas águas refrescam as suas margens dando um toque idílico apenas ao alcance de pinceladas de grandes mestres da pintura.

 Mas a casa onde Carlitos nascera, apesar de não ser tão velha como alguns exemplos centenários ou de Brasão, não deixava de ser um simples mas talvez por isso, belo e aconche-gante casario carregado de granito onde se realçavam as janelas em madeira maciça onde sobre uma das quais se encontrava a inscrição ‘Maio de 1935’. Aliás, duas janelas ficavam estrategicamente frontais para a barragem que se via lá no fundo do quadro inspirador mas ao mesmo tempo sobranceiras ao casario que era avistado lá em baixo na aldeia e uma outra ‘aldeiazinha’ caiada de branco e que ficava numa pequena colina acima do rio, que é o sítio onde sabe ter os seus entes mais queridos que já tomaram A VIAGEM.

 Os avós e padrinhos, tios, e primos, sempre sabe onde os encontrar para trocar dois dedos de conversa sempre que quer ou precisa. Encontrava-se à sombra de um frondoso pomar onde se colhiam as melhores laranjas, pêssegos e ameixas, além de outras árvores de fruto, mas também roseiras bravas que ladeavam o caminho para um pequeno lago estrategicamente colocado ao centro, cercado de japoneiras e canteiros onde se podiam encontrar ervas medicinais e outras silvestres. Em conjunto, formavam um quadro digno de Monet.

 De realçar ainda as heras que cobriam grande espaço da parte inferior do prédio que era ocupada por duas divisões: uma chamada de ‘loja’ onde, pelo seu ar fresco, se guardavam enormes pipas de vinho tão apreciado na região e outra, mais pequena, que servia para guardar durante meses, numa espécie de celeiro, cereais e presunto e outras carnes numa arca a que chamavam ‘salgadeira’ pois podia-se guardar durante longos meses envolvidas em sal as mais variadas carnes.

 Esta mesma moradia se olhassemos um pouco mais para cima, em direcção aos céus e quase tocando-lhes podíamos avistar o resto da ilídica paisagem carregada de verde fresco: O Monte da Abadia de Bouro ou o Monte de Santa Isabel, um dos locais mais procurados no turismo local ou lá mais abaixo, quase no fundo deste quadro naturalista as Serras da Cabreira e do Gerês e daí descendo em direcção às pontes de rio Caldo. É o núcleo. Dali se vê tudo à volta sem pestanejar apenas soltar uns ais de espanto tamanha é a beleza.

 Recordava-me das suas idas ao monte em busca de mato, entretanto roçado, para ver e ajudar nas lides dos homens adultos e que seria transportado em carros puxados a juntas de bois e cujos eixos “choravam” pelo peso sobre as grandes pedras da calçada daqueles tempos. Rituais tão bem contados que eu imaginava o meu amigo um sortudo por puder acordar ao som do chilrear dos pássaros, do pequeno-almoço, que tem um sabor diferente e único na aldeia, das correrias por entre veredas e os verdes campos na companhia das irmãs, primos e amigos, numa ciranda de alegria contagiante.

 O brilhar dos olhos nas lides domésticas, quando suas avós preparavam o farnel para alimentar os Homens que trabalhavam àrduamente a terra, que vindimavam ou ainda roçavam mato numa alegre algazarra onde se contavam as novas da aldeia enquanto esperavam para saciar a fome e a sede. Normalmente o cardápio era constituído por peixe frito envolvido em farinha de milho e que lhes dava um sabor especial, bacalhau frito ou presunto com broa de milho e o vinho para refrescar suas sedentas gargantas.

 Mas o melhor é que eles podiam se juntar no banquete aos “homens adultos” e enquanto ouviam estórias que ainda hoje se recorda com saudade, mui-tas eram as vezes em que, qual avô ou ‘padrinho’ subia as escadas que o levava até ao cimo das videiras e colhia com todo o cuidado os cachos de uvas que depois seriam transportados no mesmo carro de bois num belo ritual que terminaria no lagar para serem pisadas pelos seus pés entre cantares brejeiros e honras ao Deus Baco.

 Costumava-me segredar que apenas quem nascera saloio (e não era no aspecto pejorativo da palavra) quem conhecia verdadeiramente os aromas e estados do campo, é que sabia verdadeiramente o valor da convivência com a natureza e o valor que se devia dar por isso.
 Naquela aldeiazinha criou as melhores amizades, do tipo que ficam para sempre dentro do nosso espírito e que são testemunhas dos melhores momentos de nossas vidas. Neste aspecto Bilito é o melhor exemplo do que acabámos de escrever.

 Por coincidência tinham nascido no mesmo dia no mesmo mês e no mesmo ano! Talvez também por causa disso tenham alimentado durante anos e anos uma amizade de
“meter inveja” aos melhores companheiros de jornada. E tal como a maior amizade
também lá encontrou o seu primeiro amor, nos campos ceifados, entre o feno e os milheirais, sempre nos Verões de sua vida, nas águas refrescantes que tão bem conhecia. Morava a escassos metros da casa que o viu nascer e crescer, lentamente, para a vida e cruzava-se com ela todos os dias. Tinha ‘a seu favor’ o facto de ser irmã de Bilito, seu braço direito nas brincadeiras do dia a dia e a quem ia segredando o seu interesse em querer partilhar as alegrias com figura tão altiva e bela.

 Bela, assim era ela e assim era seu nome, ou melhor, como era chamada. Nunca ninguém antes fizera jus a seu nome. Claro que também nesta área eu tivera conhecimento. Contou-me que a primeira vez que se viram, meio envergonhados, ficaram parados a olharem-se mutuamente e com um jeito malandro lá começou a descrevê-la ali mesmo naquele instante. Claro que ela ficou estupefacta por, em tão poucos minutos, ter ficado a saber da existência de adjectivos tão bonitos e sonantes e que ainda por cima lhe eram dirigidos. Demais!

 Descrevê-la era, por isso, um enorme prazer: a sua graça o seu modo de sorrir e de falar centravam-lhe todas as atenções. Que melodia eram suas palavras! Vindas duma boca perfeita e as formas de seus lábios numa face arredondada e rosada, cujos cabelos de ouro realçavam a alvura de sua pele. Bela! Deus quando a criou estava deveras inspirado pois os anos vindouros fizeram dela uma bela mulher que um dia fez disparar seu coração do mesmo modo que também ele sabe de sua importância nos primeiros momentos de fazer aquecer o coração dela. Tal é a certeza desse pensamento que bem recentemente fui conhecedor duma conversa onde ela, mulher casada e mãe de filhos, lhe disse sem pudores que ele tivera sido seu cavaleiro andante que jamais havia esquecido aquelas palavras carregadas de significado e de... adjectivos.

 Afiançou-lhe uma cena que ele não se recordava: hoje lembra-se dele como o menino com o mesmo no-me no filme de Manoel de Oliveira ‘Aniki Bobo’. Carlitos andava sempre de calções curtos e descalço pois gostava de sentir as “impressões daquilo que pisava” Acreditem que nem o mato lhe metia medo. Arranjava sempre maneira de lhe fugir. E ele sorriu a es-ta descrição e confissão e apenas soube dizer sem som vindo de seus lábios: Obrigado! Ou daquela vez em que ouvira suas chanquitas a “cantarem” sobre as pedras da calçada, anunciando mais um regresso à aldeia, enquanto ela esperava, ansiosa, por mais uma caminhada aproveitada para pôr as novidades em dia. Dias inocentes mas que irradiavam alegria todos os segundos, minutos e horas.

 Nesse tempo não havia Verão (mais tarde, nas férias grandes da escola), Carnaval ou Natal que não recebesse sua visita para festejar junto de seus familiares e amigos. Então, em relação à festa natalícia era sinal de mais um ano que terminava e urgia celebrar cada ocasião como se fosse a última. Na infância, Dezembro era o mês mágico. Da magia vinda dos presépios que se criava com todo o cuidado com as figuras bíblicas colocadas estrategicamente sobre o musgo que tinha sido colhido do monte às postas e do pinheirinho que assinalava a luz do nascimento e que emprestava à casa um aroma a pinho que ficou para sempre na sua memória.

 Dezembro era a sua libertação. Sonhava o ano inteiro com o dia em que ia ao monte que ficava logo ali bem pertinho de casa de seus avós e de lá trazia a magia carregada ao colo. Eram outros os tempos. Tempos que passavam devagar para que as deliciassem de cada momento porque seriam únicos e porque afinal eram tempos de infância. Um tempo tão pequeno quanto nós.
 Certamente, por isso mesmo, o que mais saudades traz nesta época de final de ano. Depois seria tempo de crescer e de deixar as magias para trás.

 Ou como escreve o Carlos Tê na música do Rui Veloso “É triste ser-se crescido e não ter mais redea solta...” o que triste é ter de trocar os calções pelo colarinho apertado, ter cartão de identidade já com outro penteado. É́ tudo verdade sim senhor. É com estas músicas que vamos crescendo e dando sentido à nossa vida. Hoje tudo é diferente. Desapareceram as pessoas que mais amamos por que envelheceram e pereceram, as mesmas que nos sorriam a cada chegada do mês de Dezembro, para passar o Natal e Fim de Ano. Pais, avós, tios, primos pessoas que ajudaram a construir esses sonhos e que recordava com saudade a cada ano que passa.

 Sempre agradeceu ter seus pais para lhe ajudarem a lembrar alguns cantinhos esquecidos dessa meninice feita com musgo e pinheiros, com rabanadas e aletria. Com foguetes feitos de canas de milho ou ainda daquela lareira que estava sempre acesa para lhes aquecer a alma depois de uma jornada ao frio cortante dos montes que ficavam nas faldas do Gerês.

 Apesar de tudo ser diferente, hoje sente alegria porque afinal sempre podia sonhar que dali o mundo até parecia um lugar feliz onde era bom viver. Por isso, às vezes lembro que o Carlos Tê continua a ter razão: É triste ser res-ponsável, guardar horas na cabeça, ter tantas obrigações, que fazem andar depressa; Ai como é bom recordar, esse tempo de criança; Às vezes queria parar; Crescer muito também cansa.

 

 

sinto-me: saudade
música: happy days
publicado por carlitos às 17:40

                                        A VIDA EM DOIS DIAS

 

Viva caros amigos leitores.

Neste tempo estival que convida á praia ao sol e coisas outras que sejam do agrado de cada um, convido-os PELA SEGUNDA VEZ! a clicar neste link

http://www.correiodominho.pt/cronicas.php?id=3040, fazer o download dessa edição do jornal correio do minho e na rubica conta o leitor poderem ler um conto de minha autoria com o título "A VIDA EM DOIS DIAS", que depois colocarei em versão post.

Para todos continuação de um bom Verão! 

publicado por carlitos às 17:18

Sporting de Braga e Sporting revelaram-se hoje satisfeitos com o sorteio da fase de grupos da Liga Europa de futebol, mas avisam que só com “respeito” podem ambicionar chegar mais longe na prova.

 

 

“Fomos muito felizes no sorteio e viagens. Com um futebol competitivo como o nosso, fazer viagens muito longas, como poderia ter acontecido, não é muito bom. O sorteio foi favorável e temos de nos assumir um bocadinho como candidatos a passar este grupo devido ao sorteio e à campanha que temos feito”, resumiu Fernando Couto, diretor dos ‘arsenalistas’.

O Sporting de Braga, finalista da última edição, vai defrontar Club Brugge (Bélgica), Birmingham (Inglaterra) e Maribor (Eslovénia) no Grupo H da fase de grupos da Liga Europa: “Ainda assim, este é um grupo equilibrado e é necessário tê-lo em conta”.

 

Já o Sporting vai encontrar a Lazio (Itália), Zurique (Suíça) e FC Vaslui (Roménia) no Grupo D, sendo que só por uma vez em 14 jogos os “leões” conseguiram vencer uma equipa italiana.

 

“Obviamente que a Lazio é a equipa mais conhecida. Podemos ter dificuldades, mas temos de respeitar os três adversários da mesma forma. Com máximo respeito e determinação conseguiremos ir o mais longe possível”, frisou Beto.

 

O representante do Sporting no sorteio do Mónaco deixou um aviso: “Estávamos no pote 1 como favoritos, mas agora temos de o provar dentro de campo, pois de nome é muito subjetivo. Acho que, acima de tudo, a equipa tem de estar o máximo concentrada e empenhada, senão será extremamente difícil não só a Lazio, mas também as outras equipas”.

 

O Sporting de Braga, finalista da última edição, vai defrontar Club Brugge (Bélgica), Birmingham (Inglaterra) e Maribor (Eslovénia) no Grupo H da fase de grupos da Liga Europa: “Ainda assim, este é um grupo equilibrado e é necessário tê-lo em conta”.

 

O SC Braga integra o grupo H da Liga Europa e vai medir forças com o Club Brugge, com o Maribor e com o Birmingham, que eliminou o Nacional no play-off de acesso a esta fase da prova.

 

 

História frente aos belgas

Nunca os minhotos se cruzaram com o Club Brugge, sendo o Standard Liège o único conhecido do SC Braga no que a clubes belgas diz respeito.

Ainda assim, a equipa arsenalista apenas defrontou por duas ocasiões o Standard, que tem Sérgio Conceição como director-desportivo, nos 16-avos-de-final da Liga Europa de 2008/09.

O SC Braga venceu no AXA por 3x0 e depois empatou em casa do Standard Liège a uma bola. O Brugge já não é campeão na Bélgica há seis anos, a última vez foi em 2005.

 

Na Liga Europa este emblema eliminou, no play-off de acesso a esta fase-de-grupos, o modesto Zestafoni, da Geórgia, com 5x3 no somatório das duas mãos.

 

Birmingham é desconhecido, ingleses não

O SC Braga nunca defrontou o Birmingham em confrontos oficiais, apesar de possuir um histórico cheio frente a adversários ingleses. O Birmingham foi, aliás, o responsável pela eliminação do Nacional, ontem, da segunda prova de clubes mais importante da UEFA.

Os bracarenses somam sete derrotas em 15 jogos efectuados, com apenas três vitórias.

Contudo, se os números na generalidade são adversos, olhando ao passado recente percebe-se que apenas por uma vez nas últimas seis partidas com britânicos o SC Braga perdeu, destacando-se três triunfos nos últimos cinco jogos.

 

Eslovenos: adversários inéditos

O SC Braga nunca defrontou o Maribor nem qualquer emblema da Eslovénia. Campeão esloveno e finalista vencido na Supertaça do seu país, o Maribor está na fase-de-grupos da Liga Europa depois de ter eliminado os escoceses do Rangers no play-off.

O emblema esloveno iniciou a época europeia 2010/11 na Liga dos Campeões, ultrapassou o Dudelange do Luxemburgo na segunda pré-eliminatória mas acabou por cair aos pés do Maccabi Haifa na terceira pré-eliminatória, acabando por entrar no play-off da Liga Europa.

 

Na liga eslovena o Maribor lidera a tabela com 16 pontos em seis jogos, não tendo ainda perdido qualquer jogo.

O primeiro jogo da fase-de-grupos está agendado para o dia 15 de Setembro. 

 

Constituição dos Grupos:

- Grupo A:

Tottenham

PAOK

Shamrock

Rubin

 

- Grupo B:

Hannover

Kobenhavn

Standard

Vorskla

 

- Grupo C:

PSV

Rapid

Hapoel Tel Aviv

Legia Warszawa

 

- Grupo D:

Sporting

Lazio

Zürich

Vaslui

 

- Grupo E:

Dynamo Kyiv

Besiktas

Maccabi Tel Aviv

Stoke City

 

- Grupo F:

Athletic Bilbao

PSG

SV Salzburg

Slovan Bratislava

 

- Grupo G:

Austria Wien

Malmo

AZ

Metalist

 

- Grupo H:

Sp. Braga

Birmingham

Club Brugge

Maribor

 

- Grupo I:

Atlético Madrid

Udinese

Rennes

Sion

 

- Grupo J:

Schalke 04

Maccabi Haifa

Steaua

AEK Larnaca

 

- Grupo K:

Fulham

Wisla Kraków

Odense

FC Twente

 

- Grupo L:

Anderlecht

Lokomotiv

AEK

Sturm Graz

 

Noutro aspecto

 

Fran Mérida pode chegar a Braga por troca com Pizzi
SC Braga, At. Madrid

 

Fernando Couto deixou esta sexta-feira no ar a possibilidade de Fran Mérida, médio do At. Madrid, rumar ao SC Braga, por troca com Pizzi, há muito apontado ao clube da capital espanhola. Uma coisa é certa: «O mercado está aberto até dia 31.»

 «Temos isso em conta tanto para vender como para comprar. Estamos contentes com o que temos, as coisas têm estado a correr bem, por isso vamos ver. Há essa possibilidade e o Fran Mérida é um jogador interessante. O Pizzi também é um jogador interessante para as outras equipas, e para o Sp. Braga, claro.»

 

publicado por carlitos às 16:50

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