...onde o facto pactua com a verdade... sempre!!!

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Domingo, 14 de Agosto, 2011

 

 

Eu, Conto Gerês

 

 Porque minhoto e conhecedor e amante das belezas da região, ainda por cima com locais de visita obrigatória fui á descoberta de novas relíquias naturais que contribuem para uma paisagem de beleza única e com locais lúdicos e que convidam ao ócio e ao prazer.

Tarefa mais alegre e convidativa a fazer-se em qualquer Verão que traga o astro rei no seu esplendor e com convites a dias quentes e de descoberta. Transportado por um “dois cavalos” gentilmente emprestado por uma amiga tracei desde logo um roteiro para cumprir á risca: Depois das primeiras descobertas matinais, e confortado o estômago, dar um pulo até á serra do Gerês e no final do dia aproveitar uma das muitas ofertas de turismo rural, e aqui o leque é mesmo muito alargado pelo que podia fazer check-in apenas na altura da entrada pois ainda não há o perigo de lotação esgotada.

Queria ir de encontro a uma manhã bem passada pelas calmas paisagens dos montes em redor da majestosa serra geresiana. Opta-se por Santa Isabel do Monte de onde se tem uma vista privilegiada das cercanias do vale do Cávado, miradouro natural sobre o outro lado do “quadro” com montes idênticos, o espelho de água da Caniçada em cujas margens se vislumbram o casario rústico e tradicional e mais antigo, alguns centenários, com ”direito” a Brasão, capelas, a par de outras de traços bem mais recentes que ora são pertença dos filhos da terra ou de forasteiros que escolhem esta paisagem bucólica como forma de manter saúde espiritual e corporal. As habitações de turismo rural também são já em número razoável e são resultado de construções em casas devolutas ou em ruínas, e que com a nova roupagem dão um ar mais rico e belo á paisagem. Com glamour, pode-se dizer e a vontade da gente nova em tornar mais belo o que já era, tornando majestosas as casas agora “convertidas” em hoteis confortáveis e convidativos ao ócio.

É ainda possível calcorrear caminhos que foram batidos vezes sem conta por Miguel Torga, aliás o mesmo deixa explicito “TUDO se conjuga para que nada falte á sua grandeza e perfeição”. Nada mais correcto. Realmente parece que todo o elemento foi colocado pelas mãos divinas como se de um puzzle se tratasse, mesmo nos conjuntos graníticos de rochas que pelo seu amontoar “tosco” parece que vai cair em breve. E lá estão há anos sem conta. Trilhos que avistou com a sua fauna e flora e que lhe serviram de inspiração, caminhos que vêm da idade do bronze e têm histórias e mais histórias por contar.

Uma paisagem e um povo orgulhoso deste seu cantinho mágico e personagens que pertencem a um quadro impressionista onde se realçam as cores vivas, tom natureza, em que podia ser uma noite estrelada ou uma jardim de verde musgo ou de cor granítica pelas pedras das calçadas pelos dólmenes ou pela cor da tez do seu agricultor, com traços cravados nas faces do sol tantas vezes agreste e que não perdoa nos picos do Verão. Ou pela cor dos nevões de que é feito o Inverno das suas vidas. Gente que se orgulho de todo um património religioso, gastronómico, artesanal, de costumes ancestrais e ao mesmo tempo natural e paisagístico.

Notáveis em número e beleza capaz de assemelhar a um conto de fadas, são as trilhos que se pode escolher num leque diversificado e a partir dos quais se observam pontos de interesse cultural, paisagístico, descobre-se o desconhecido, aumenta a adrenalina…

Para os peregrinos, na vertente religiosa o imponente Santuário de São Bento da Porta Aberta a meio caminho entre Gerês e Vilarinho das Furnas ou mais a Norte o Santuário da Nª Senhora da Peneda.

Na gastronomia, como é apanágio de qualquer região do Minho, sempre algo em comum: fartura e bom gosto.

Depois há o artesanato, um pouco por toda a parte mas mais numeroso na vila, em Brufe, Cibões ou Covide. As miniaturas em madeira a retratar artefactos e instrumentos de outros tempos: os carros de bois, alfaias, espigueiros, casas típicas, etc.

Há ainda a mencionar o Centro Interpretativo do Garrano, espécie cavalar em extensão se não se tomarem medidas para a sua preservação, cujo número de cabeças tem vindo a baixar sobretudo por atropelamento, pois não há o ordenamento suficiente para dividir a parte montanhosa das bermas das estradas, ou o Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas as Termas ou o Spa para tratar do corpo, para que fique como a mente: são.

Os olhos ficam um regalo e a alma reconfortada com um programa deste tipo, onde se está rodeado de gente genuína onde não chegou o progresso desnecessário e ainda bem. Santa Isabel do Monte é assim: parece que parou no tempo para mostrar como eram os casarios os arruamentos há 50 ou mais anos. Com o granito a predominar, o verde a separar o aglomerado de casas com a igreja em destaque e depois o resto do quadro com os montes em redor. Mas preciso passar por S. João do Campo outro quadro impressionista onde se pode ver as pontes em ruínas e sob elas as águas revoltas mas cristalinas, calçadas empedradas de história, veigas ricas em água e árvores de fruto numa dança de cores inebriantes. Mágico quadro que nos põe assim calmos e de espírito limpo. Seguindo as indicações ao fim de poucos minutos encontrei o letreiro que indicava que estava em Brufe, terra ode retemperei forças. Depois, outro local para não esquecer: A Mata de Albergaria que é um dos mais importantes bosques do Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), constituída predominantemente por um carvalhal secular que inclui espécies características da fauna e da flora geresianas. Guarda também um troço da Via Romana - Geira - com as ruínas das suas pontes e um significativo conjunto de marcos miliários.
A baixa presença humana nesta mata não rompeu, até há poucos anos, o frágil equilíbrio do seu ecossistema, cuja riqueza e variedade contribuíram para a sua classificação pelo Conselho da Europa, como uma das Reservas Biogenéticas do Continente Europeu.

Como estava perto, dei um ”pulo” até Vilarinho das Furnas, a tal aldeia que em 1971 ficou submersa pelas águas do Rio Homem para dar lugar á albufeira que em conjunto com a da Caniçada constituem os espelhos de água do Parque Nacional. Aquela aldeia é por vezes visível parcialmente quando a quota da água se encontra com indices abaixo do normal. Já tive a oportunidade de ter verificado passados estes anos todos, os esqueletos das habituações, os campos verdejantes com algumas árvores ainda de pé. Arrepiante e nostálgica esta visão.

Quero ainda realçar para apontamento os muitos miradouros dos quais destaco o da “boneca” ou o de “Pedra Bela” uma verdadeira janela aberta para uma paisagem imensa de verde musgo e arbóreo em contraste com o azul do céu que parecem fundidos de modo a suster a respiração e sorrir, sorrir por Deus ter dado uma oportunidade de ver de perto a Sua criação (perfeita). Quase que se adivinha a posição dos carvalhos ou azevinhos, dos vidoeiros ou medronheiros, pinheiros ou autóctones como o teixo. Quando em flor há todo um festim de cores, uma dança aos ventos calmos dos vales ou mais fustigante quando se sobe em altitude. Ainda responsáveis pelo toque naturalista deste quadro, os lírios-do-gerês, ou o feto-do-gerês para além das aromáticas que servem para curar mazelas do corpo como o hipericão do Gerês, a uva-do-monte ou a betonica-batarda. Aqui se padece de problemas com o fígado, diabetes, vesícula biliar, hipertensão arterial, junto com as infusões ainda pode usar o Spa, reinaugurado em 2007 com outras valências mas sempre com o objectivo de tratrar o utente. Como está perto, aconselho uma visita ás Termas do Gerês uma das mais procuradas a nível nacional.



Pernoita-se num dos muitos hoteis rurais que há como oferta. Para novo dia, contamos com as trilhas sempre presentes e sua envolvente destaco ainda as várias pontes – a de Albergaria, Eixões ou Carvalhosa, ou ainda a do Arado de onde se avista uma imponente cascata com um declive considerável e que quando o caudal permite, experimenta-se uma visão dos deuses.

Depois de miradouros e pontes há ainda os castros, como o do Monte Castro, povoado referenciado desde o século XIX e datado segundo alguns autores entre o II e IV milénio a.c.. Ainda destaque para o castro de Calcedónia (outro nome emblemático desta região pela sua exuberância em fauna e flora e algumas espécies autóctones) e é com total justiça que está classificada como zona bio-genética do continente europeu.

Ou as “casotas” onde acredito que Torga tenha pernoitado em alguma noite em que foi atraiçoado pelo tempo e que foi e é utilizado por pastores para descanso e que se assemelham a dólmenes ou a cabanas de pastores, usadas para pernoitar na altura das “vezeiras” ou quando as condições atmosféricas não permitem chegar á aldeia.

Alguns itinerários (que não trilhos) que pode calcorrear:

Percursos alternativos:
Gerês - Pedra Bela - Cascata do Arado - Ermida - Gerês
Gerês - Ermida - Fafião - Cabril - Pitões das Júnias - Tourém
Rio Caldo - S. Bento - Campo do Gerês - Junceda - Lamas - Gerês
Rio Caldo - S. Bento - Campo do Gerês - Vilarinho da Furna - Brufe - Terras de Bouro ou Ponte da Barca.

Qual guerreiro que olha em seu redor a contemplar as terras conquistadas e sua beleza, pensei mais uma vez que Gerês continua a ser uma das maiores atracções naturais de Portugal, pela rara e impressionante beleza paisagística e pelo valor ecológico e variedade de fauna (veados, cavalos selvagens, os garranos, lobos, aves de rapina) e flora (pinheiros, teixos, castanheiros, carvalhos, azevinhos e várias plantas medicinais).

No parque situam-se dois importantes centros de peregrinação: Nossa Senhora da Peneda réplica do Santuário do Bom Jesus em Braga e o Santuário de São Bento da Porta Aberta, local de grande devoção popular. Para ver as pontes, miradouros, castros, lagoas e cascatas e matas de interesse nacional. Não perca uma visita!

Gerês, para dias de descoberta e de fascínio entre os vales e as serranias, entre gentes com estórias para contar, narrados na primeira pessoa. Um mundo á parte, completamente!

car

CONTO PUBLICADO NO JORNAL "Correio do Minho" de 13 de Agosto de 2011

publicado por carlitos às 12:43

Uma pintura abstracta para começar. Uma palete de cores vivas sem formas perceptíveis. O novo Sp. Braga apresenta-se como obra inacabada ao olhar comum. Está em construção. O empate em Vila do Conde (0-0), frente a um Rio Ave com a mesma fórmula do passado, adia leituras para um futuro próximo.

Entre o vermelho e o verde, persistiu a mancha amarela florescente de Paulo Santos. O guarda-redes de equipamento berrante pincelou o cenário com defesas nem sempre ortodoxas mas eficazes. O Sp. Braga perdeu-se na sua própria ânsia de vencer, no último quarto-de-hora.

Nuno Gomes foi uma sombra de si mesmo num quadro que Leonardo Jardim espera concluir em tempo útil. Quatro golos em Barcelos, zero em Vila do Conde. A Liga arranca aos soluções. Casa composta, final de tarde interessante. Faltou o condimento essencial.

As expectativas, misturadas com a nostalgia, redundam ocasionalmente em desilusão. Foi o caso. Na primeira parte, então, o cinzentismo dominou o cenário de cores vivas. Abre-se a casa para visitas mas estas percebem logo: ainda não está pronta. Volte mais tarde, é melhor.

Carlos Brito mudou pouco, acrescentou apenas Pateiro (ex-U. Leiria) onde faltava Bruno Gama (D. Corunha), esqueceu a promessa Júlio Alves e manteve a aposta na continuidade. Em Braga não, tudo é diferente. Alan, Hugo Viana e Lima resistiram ao fim de ciclo. Quim voltou à baliza após um ano de exílio.

Sete reforços no onze de Leonardo Jardim, uma defesa nova e Nuno Gomes a recuperar a alegria no centro do ataque. Do outro lado, João Tomás. Duelo de goleadores veteranos, dois nomes que merecem respeito do adepto português. À atenção do seleccionador.

Onde está o cartaz?

O jogo começou bem, muito bem até. Ao terceiro minuto de jogo, bola no poste de Saulo, golo de João Tomás. Lance anulado por fora-de-jogo do português. Decisão acertada, promessa de espectáculo em Vila do Conde. Não seria bem assim.

Aliás, para a história da primeira parte, ficam apenas duas belas defesas, uma para cada lado. Paulo Santos e Quim, guardiões com registo na selecção nacional, voaram para travar os remates de Pizzi e Braga. Pouco para um cartaz atraente.

Carlos Brito debatia-se com escassez de soluções e aceitou a supremacia territorial do Sp. Braga. O renovado sector defensivo dos arsenalistas não comprometia, face ao encolhimento vila-condense, faltando apenas o encaixe das unidades atacantes. Lima era um elemento desenquadrado à esquerda, Alan e Pizzi criavam, Nuno Gomes passava ao lado do jogo.

Nem Gomes nem golos

A saída do internacional português, apupada por sinal, acaba por ser compreensível. Sem espaços na área contrária e assistentes à altura, pouco ou nada se vira.

Mossoró entrou (67m), Pizzi voltou a ser extremo, Lima saiu da linha que não lhe servia. Alan ficou à direita, depois de ter falhado mais uma promessa de golo, logo após o intervalo. Paulo Santos era o responsável pelo nulo. Assim seria até final da partida, não obstante a crescente pressão do Sp. Braga. O Rio Ave não pedia mais.

 

REACÇÕES

 

Carlos Brito e Leonardo Jardim, treinadores de Rio Ave e Sporting de Braga, respectivamente, comentaram desta forma o empate a zero entre as duas formações, em Vila do Conde:

Carlos Brito: «Fico satisfeito. Antes do jogo, perguntam se o empate é um bom resultado e claro que dizemos que o ideal é sempre a vitória. Na primeira parte, houve equilíbrio. Na segunda parte, não me custa reconhecer que houve supremacia do Sp. Braga. Julgo que valeu pela entrega. A equipa sentiu a dada altura que seria muito difícil vencer o jogo. Aceito o empate por isso mesmo. O Rio Ave não proporcionou praticamente oportunidades de golo ao Sp. Braga. Esse é o mérito que atribuo à minha equipa. Tacticamente, a equipa esteve bem. Falta alguma coisa, claro. Yazalde, Kelvin são jogadores que podem vir a acrescentar o jogo ofensivo. Não vamos viver do que foi a época passada, mas tínhamos a terceira defesa com menos golos sofridos. Kelvin ainda é novo? Eu é portugueses, é novinhos, é velhinhos, meia idade, não é por aí»

Leonardo Jardim: «Não conseguimos concretizar o nosso objectivo, que era vencer. É um campeonato normal, neste início da época as equipas apresentam dificuldades umas às outras, até porque não estão devidamente oleadas. Na segunda parte, o Sp. Braga foi extremamente dominante. Não deixámos o adversário entrar no nosso meio-campo, mas faltou-nos maior capacidade de finalização. O Sp. Braga, neste momento, em termos de opções ofensivas, só temos os jogadores que foram aqui apresentados. Estamos limitados, mas temos a noção que devemos acrescentar mais unidades ao plantel. O grupo e os associados vão ter de perceber que vamos encarar estes jogos com este lote de soluções. Não foi por falta de atitude que o Braga não venceu. Pizzi? É um jogador muito acarinhado, é normal que os sócios queiram vê-lo dentro de campo. Mas no futebol não podem jogar todos nem sempre.»

 

Pizzi, jogador do Sp. Braga, comentou desta forma o empate frente ao Rio Ave, na 1ª jornada da Liga, falando ainda nas expectativas da equipa para a temporada que agora se inicia:

«Penso que fizemos um bom jogo. Houve alguma ansiedade na fase inicial mas isso facilmente se dissipou com o decorrer dos minutos. Faltou-nos finalizar melhor para garantirmos a vitória. Sabemos que é difícil igualar ou superar o nível da época passada, porque foi atingido um patamar muito elevado. Mas trabalhamos todos os dias para garantir vitórias e realizar uma boa temporada. A equipa demonstrou qualidade para fazer uma boa campanha. Quando a mim, estou a adaptar-me bem à posição 10, com a ajuda de todos, e espero continuar assim»

 

Quim, guarda-redes do Sp. Braga, depois do regresso à baliza e do empate com o Rio Ave na primeira ronda da Liga, na «flash intervie» da SportTV:

«Faltou fazermos golo. Tivemos 20 minutos iniciais de algum equilíbrio, mas a partir daí o jogo foi todo do Braga. Tivemos muito mais posse de bola. Agora temos de trabalhar e pensar no próximo jogo. Não tenho dúvidas de que o Braga merecia ganhar.»

(Sobre o regresso) «Não foi um ano fácil, felizmente estou bem, agora só espero é continuar a trabalhar. O ano que passou é para esquecer.»

 

FICHA DE JOGO

 

37 Portugal Paulo Santos    
2 Portugal Gaspar    
5 Brasil Jeferson    
15 Portugal Tiago Pinto  
60'
18 Portugal Zé Gomes
81
 
4 Portugal Ricardo Pateiro
60
 
10 Portugal Vítor Gomes    
11 Portugal Braga
66
 
30 Brasil Wíres    
9 Portugal João Tomás    
17 Brasil Saulo  
90+4'
1 Portugal Quim    
5 Brasil Ewerton    
15 Brasil Baiano    
23 Benim Imorou    
26 Brasil Paulo Vinícius    
22 Líbia Djamal    
45 Portugal Hugo Viana    
18 Brasil Lima
76
 
21 Portugal Nuno Gomes
66
 
30 Brasil Alan    
31 Portugal Pizzi
86
 
 
28 Brasil Huanderson    
33 Brasil Éder    
3 Portugal Tiago Costa
60
 
19 Brasil Rafinha
81
 
25 Brasil Jorginho
66
 
16 Brasil Dinei    
21 Brasil Gilmar    
32 Itália Tommaso Berni    
4 Portugal Nuno André Coelho    
6 Brasil Vinicius    
8 Brasil Mossoró
66
 
25 Brasil Leandro Salino    
10 Portugal Hélder Barbosa
86
 
19 Camarões Meyong
76

 

NOTA:

Pelo facto de estar ausente aquando da realização da apresentação com os ingleses do Aston Villa quer com o Rio Ave, pois não me foi possível como costuma ser, visualizar ou pela internet ou ao vivo os jogos do SCB pelo que excepcionalmente recorro a material de orgãos que já utilizei em outras alturas, mormente em termos récnicos.

Cordialmente

CAR

publicado por carlitos às 12:16

 

 

Empate (1-1) com Aston Villa na apresentação
ALAN MARCOU UM GRANDE GOLO

O Sp. Braga empatou, este sábado, com o Aston Villa (1-1), na apresentação dos bracarenses aos seus sócios e adeptos.

Com oito caras novas no onze, contando com Quim, que nunca jogou na época passada devido a lesão, apenas Hugo Viana, Alan e Lima fizeram a ponte com a equipa habitualmente titular da era de Domingos Paciência.

A equipa comandada por Leonardo Jardim denotou já razoável entrosamento e realizou uma boa 1.ª parte, com Alan e Pizzi - neste período a jogar no meio - a destacarem-se. Foi, pois, com naturalidade que inaugurou o marcador, com um grande golo de Alan, aos 19', num remate de fora da área, com o pé esquerdo, forte e colocado, sem hipóteses para Shay Given.

Aos 39', a equipa inglesa chegou ao empate, num lance em que ficou patente alguma descoordenação entre os centrais minhotos: centro de Young da direita, Paulo Vinícius facilitou no corte e desentendeu-se depois com Ewerton. N'Zogbia aproveitou e rematou de pronto, restabelecendo a igualdade.

Antes do jogo, foram apresentados 27 jogadores e não houve nenhum reforço de última hora, notando-se apenas a ausência do avançado Douglas, que vai ser emprestado ao Beira-Mar.

Como jogou o Sp. Braga:

- Quim, Baiano, Paulo Vinícius, Ewerton e Imourou; Djamal e Hugo Viana; Alan, Pizzi e Lima; Nuno Gomes.

Jogaram ainda: Mossoró, Nuno André Coelho, Elderson, Salino, Meyong, Zé Luís, Vinícius e Guilherme.


Leonardo Jardim: «A equipa vai render mais»
técnico prevê subida de produção

O treinador do Sp.Braga disse sábado, após o empate caseiro (1-1) com os ingleses do Aston Villa, acreditar que a equipa vai crescer de rendimento no início da Primeira Liga, agendado para o próximo sábado, diante do Rio Ave.

"Existe progressão em relação ao início da época. O Braga é das equipas que mais foi alterada, estamos a reformulá-la e considero que a equipa está a dar boas respostas nos jogos que tem feito na pré-temporada", começou por dizer Leonardo Jardim, após o empate com os britânicos, na apresentação aos sócios e adeptos bracarenses.

Leonardo Jardim disse ainda acreditar que "a equipa vai render mais no futuro, porque cada vez mais vai conseguir assimilar os novos métodos de trabalho e ideias de jogo. Vai melhorar a capacidade física e o ritmo e isso vai proporcionar um melhor Braga".

Para o novo técnico dos arsenalistas, a maior dificuldade da pré-temporada tem sido "preparar uma estrutura nova, principalmente a construção de um setor defensivo", mas "aos poucos, a equipa tem conseguido assimilar ideias" e no primeiro jogo do campeonato, no sábado, em Vila do Conde, diante do Rio Ave, "será um Braga muito mais forte do que é neste momento".

Sobre a partida com os ingleses, disse ter sido um jogo com momentos de equilíbrio, mas considerou que o Braga "teve uma atitude dominante e foi superior", notando que "além do golo, teve duas bolas no poste e alguns remates com algum perigo".

Leonardo Jardim revelou ainda que Alan, Hugo Viana, Custódio e Mossoró serão, por esta ordem, os capitães da equipa.


Salvador: «Prioritário estar na fase de grupos da Liga Europa»
presidente ambicioso

O presidente do Sporting de Braga diz que é prioritário o clube passar à fase de grupos da Liga Europal e espera atingir patamares de excelência nesta temporada.

"É prioritário passar à Liga Europa, temos o objetivo claro de entrar na fase de grupos, mas temos um adversário difícil e basta ver os jogos que fizeram com o Tottenham", afirmou António Salvador, no final do jogo com o Aston Villa (1-1), na apresentação dos sócios e adeptos bracarenses.

O dirigente notou que a "equipa sofreu uma revolução", mas considerou que se estão a "dar passos seguros na construção de um grande plantel".

"Sabemos o que precisamos e é uma situação pensada desde o início da época. O Sporting de Braga, independentemente da saída de grandes jogadores, contratou outros grandes jogadores. Temos um plantel coeso que vai dar muitas alegrias aos nossos adeptos", disse.

António Salvador acrescentou: "O Sporting de Braga não vai fugir à ambição, quer sempre mais e os objetivos mantêm-se intactos: esperamos conseguir patamares de excelência".

Record
publicado por carlitos às 12:10

 

A sorte ditou que no primeiro jogo da edição de 2011/2012 da Liga Europa, o finalista da prova terá pela frente a formação do Young Boys.
A equipa suíça desloca-se a Braga para disputar a primeira ‘mão’ do ‘play-off’ frente aos ‘guerreiros do Minho’, estreando-se, desta forma, nos confrontos oficiais frente a clubes portugueses (suíços defrontaram o Sporting, em jogo de preparação, no ano de 2009).
Na temporada passada, a equipa suíça fundada em 1898, conquistou o terceiro lugar do campeonato, garantindo o direito a participar na Liga Europa. O conjunto orientado pelo suíço Christian Gross contabiliza 11 títulos nacionais, seis taças e uma taça da Liga, mas desde 1987 que não conquista qualquer outro troféu para adicionar à montra do clube.
A formação de Berna contabiliza, até ao momento, 67 jogos nas competições europeias e o melhor registo remonta à temporada 1958/59, quando alcançou a meia-final da Taça dos Campeões Europeus, ronda na qual foi batida pelo Stade Reims.
O Young Boys está sediado na cidade de Berna, capital da Suíça, e tem como casa e terreno de jogo o “Stade de Suisse”, um recinto com relvado sintético e capacidade para 32 mil espectadores.
Para chegar ao ‘play-off’ da Liga Europa e ter o direito de defrontar o Sp. Braga, a equipa suíça eliminou a formação belga do Westerlo, vencendo os dois jogos da terceira pré-eliminatória da competição por 3-1 e 2-0, respectivamente.
A primeira ‘mão’ do ‘play-off’ disputa-se no próximo dia 18 de Agosto, em Braga, estando o segundo encontro agendado para 25 de Agosto, na Suíça.

publicado por carlitos às 11:54

 

Viva caros amigos leitores.

Neste tempo estival que convida á praia ao sol e coisas outras que sejam do agrado de cada um, convido-os a clicar neste link

http://www.correiodominho.com/edicoes.php?dia=13&mes=8&ano=2011&page=1&catid=1 fazer o download dessa edição do jornal correio do minho e na rubica conta o leitor poderem ler um conto de minha autoria com o título "Eu, Conto Gerês", que depois colocarei em versão post.

Para todos continuação de um bom Verão! 

publicado por carlitos às 09:40

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