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Terça-feira, 08 de Novembro, 2011
NOTÍCIAS DO ENORME DO DIA 08/11 Baiano tem a época em risco Baiano vai ser submetido a intervenção cirúrgica a uma entorse traumática do joelho direito, com rotura do ligamento cruzado anterior, e enfrenta uma paragem que varia entre os quatro e os seis meses. O brasileiro sofreu a lesão no jogo com o Benfica, tendo abandonado o campo de maca, aos 21 minutos. Os exames de diagnóstico a que o lateral-direito foi submetido ontem confirmaram o pior cenário. A lesão é igual, em gravidade, à que atirou Nuno André Coelho para fora dos planos de Leonardo Jardim por um período de meio ano. Mesmo na melhor perspectiva, Baiano regressaria à competição em finais de Março, início de Abril. Como o Campeonato termina a 13 de Maio, o jogador tem o resto da época em sério risco. É a primeira lesão grave na carreira de Baiano, que nunca foi operado e tem agora pela frente um duro teste à sua resistência física e anímica. A Bola Alan e Djamal acusam Javi Garcia de insultos racistas Se o jogo por si só tinha ficado marcado por vários incidentes, o rescaldo do duelo entre Sp. Braga e Benfica continua a dar que falar. Alan acusa Javi Garcia de “insultos raciais” e Djamal veio também a público confirmar as palavras insultuosas do espanhol durante o jogo do passado domingo. “Um menino chamado Javi Garcia insultou-me e chamou-me ‘preto de m****’, assim como ao Djamal. Desejou a morte dos meus filhos. Chamou-me preto, só que colocou a mão à frente, porque não é homem para dizer isso. Eu sou negro com muito orgulho. Devia tomar cuidado com o que diz, pois o capitão do Benfica também é negro e o lateral esquerdo também, assim como 70 por cento dos adeptos do Benfica”, acusou Alan, em declarações prestadas à rádio Antena 1. Consciente “da gravidade da acusação”, o brasileiro salienta que “ainda vai correr muita água” sobre o assunto e respondeu ao guarda-redes encarnado, Artur, que no final do jogo disse acontecerem sempre “coisas do outro mundo em Braga”. “Tratou-se de um problema técnico, não foi o mesmo que fizeram ao FC Porto, quando desligaram a luz e ligaram o sistema de irrigação da relva. O Artur sabe que também não havia água no nosso balneário, por isso, acho que foram declarações incorrectas e que foi mandado dizer tudo isso pelos seus superiores”, sublinhou Alan, acrescentando que “sempre que o Benfica joga aqui tenta encontrar desculpas”. Entretanto, Djamal confirmou que também foi alvo de insultos racistas por parte de Javi Garcia. “Sim, confirmo. Chamou-me negro e fez o mesmo ao Alan. Pergunto-me porque razão fez ele isto. É um jogo de futebol. Temos a sorte de ter este trabalho e são tipos como ele que arruínam a festa”, referiu em site francês Blogolo, esperando que as instâncias desportivas portuguesas tomem uma posição firme sobre o caso. “Não sei se ele será sancionado. Ele colocou a mão na boca para que não se percebesse, para não ser filmado. Espero que ele pare com estas porcarias”, rematou o líbio. Já Javi Garcia, num comunicado publicado no site do Benfica, desmente insultos e diz estranhar que “com acusações tão graves, o jogador em causa só se tenha lembrado delas hoje [ontem]”. “As declarações que foram produzidas são totalmente falsas e reveladoras do carácter do jogador que as produziu, o mesmo que no ano passado simulou uma agressão dentro de campo. Quem simula dentro de campo é bem capaz de fazer o que ele fez fora dele”, acusou o jogador enca rnado. Problemas de “origem técnica” não foram “acção propositada” “Desagradável incidente” que não se tratou “de acção voluntária ou propositada”. A SAD do Sp. Braga veio, ontem, a público demarcar-se dos incidentes do jogo do passado domingo, frente ao Benfica, que terminou empatado a uma bola e ficou marcado por três quebras de energia no Estádio Municipal de Braga e falhas de água nos balneários após o encontro. Em resposta às declarações do guarda-redes encarnado, Artur - que revelou no final do jogo acontecerem “coisas do outro mundo” sempre que o Benfica joga em Braga - o clube arsenalista demarcou-se da situação e deixou claro que as quebras tiveram origem técnica. “O desagradável incidente devido a quebras de energia, e por consequência falha na distribuição de água, durante o período de aquecimento e primeira parte do jogo, afectou todos os intervenientes, directa ou indirectamente ligados ao espectáculo: Sp. Braga, Benfica, equipa de arbitragem, sócios e adeptos de ambas as equipas”, fez questão de esclarecer a SAD arsenalista. “Não se trata, portanto, de acção voluntária ou propositada, tendo em vista prejudicar alguém”, sublinhou o clube em nota publicada no site oficial. Segundo o Sp. Braga, “os problemas detectados são de origem técnica, tendo sido de imediato e em tempo útil intervencionada a situação por equipas especializadas da EDP e da empresa de manutenção do sistema”. “A celeridade na resolução do problema permitiu alcançar as condições necessárias para a normal continuidade do jogo”, acrescentam. No comunicado, a SAD do Sp. Braga faz questão de sublinhar que “não devem estes acontecimentos ser extrapolados e transformados em algo que vá deturpar a imagem de uma partida bem jogada e que fez jus ao bom futebol e à excelente qualidade das duas equipas envolvidas”. “Não deverá, também, servir de desculpa para justificar qualquer prestação desportiva abaixo do espectável”, refere ainda a nota do clube arsenalista. Com o comunicado, o Sp. Braga “dá o assunto por encerrado”, mas reserva-se “ao direito de recorrer às instâncias competentes sobre aqueles que, por qualquer forma, ponham em causa o bom nome e a honra desta instituição”. Apesar do “infeliz incidente, alheio à organização do jogo”, as excelentes e intocáveis relações pessoais e institucionais existentes entre os dois clubes não foram afectadas. Correio do Minho Falha de energia no AXA não deve justificar nada O Sporting de Braga emitiu, ontem, um comunicado onde diz que as quebras de energia eléctrica verificadas durante o jogo com o Benfica tiveram origem técnica e que não devem «servir de desculpa para justificar qualquer prestação desportiva abaixo do espectável. Diario do Minho Baiano só volta em Abril O desaparecimento de Baiano, substituído por Leandro Salino logo aos 22 minutos do jogo com o Benfica, será tudo menos momentâneo. Ao fazer um movimento de rotação brusco, no sentido de recuperar terreno para travar uma iniciativa ofensiva contrária, o lateral-direito rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito e não escapará nos próximos dias a uma intervenção cirúrgica, conduzida, como é habitual, pelo cirurgião João Lourenço. O Braga confirmou o agendamento da operação, mas não especificou o tempo de recuperação do brasileiro, que, em casos análogos, nunca é inferior a quatro ou cinco meses. Totalista em jogos do campeonato e da Liga Europa, Baiano receberá alta em Abril, o que significa que só poderá entrar em acção nos jogos com Benfica, FC Porto, Paços de Ferreira, Olhanense, Beira-Mar e Sporting, todos para o campeonato. A grave lesão começou a pairar como ameaça antes do jogo com o Maribor, a contar para o Grupo H da Liga Europa, disputado na quinta-feira. Os sintomas de alguma fragilidade no joelho direito chegaram a incomodar o jogador brasileiro, mas acabaram por desaparecer durante os exercícios de aquecimento, pelo que acabou por ser utilizado, actuando sem problemas e restrições. Dois dias depois da goleada (5-1) aplicada à equipa eslovena, o joelho de Baiano acabaria por ceder logo a meio do primeiro tempo, numa fase em que já se percebia que o extremo Gaitán não iria proporcionar uma noite nada tranquila ao defesa arsenalista. No seguimento de um despique com Javi García, registaram-se as primeiras queixas de Baiano; no instante seguinte, quando pretendia recuperar terreno no flanco direito, uma rotação de corpo seria fatal para o lateral, que só abandonou o relvado de maca, confirmando-se de imediato que a lesão seria complicada. Um exame ecográfico confirmaria ontem um dos piores diagnósticos. Os intocáveis de Leonardo Jardim resumem-se agora a Djamal e Alan. Salino ou Galo, eis a questão Sem noção ainda da longa paragem de Baiano, Leonardo Jardim teve de pensar rapidamente numa solução quando o brasileiro teve de abandonar o jogo com o Benfica e acertou em cheio ao colocar Leandro Salino na posição de lateral-direito. Face às outras alternativas existentes no banco (Berni, Vinícius, Meyong e Nunes Gomes) acabou por ser uma escolha fácil e, nesta altura, pode mesmo dizer-se que Salino é um sério candidato a repetir a experiência até Janeiro, altura em que o Braga aproveitará para contratar um novo defesa-direito. Além de ter controlado razoavelmente Gaitán, que chegou a ser dos jogadores mais perigosos do Benfica; o médio brasileiro soube explorar o corredor direito e foi precisamente numa dessas iniciativas atacantes que tirou um penálti a Emerson, através de um cruzamento tenso. Candidato no último jogo ao lugar de Elderson (castigado), que acabou por ser ocupado por Paulo Vinícius; Rodrigo Galo é outra opção a levar em conta por se tratar de um lateral-direito genuíno. O ex-defesa do Gil Vicente até chegou a ser convocado para o jogo com o Benfica, mas acabou por ser excluído da lista final dos 18, perdendo assim a preciosa oportunidade de se estrear no campeonato. Dois amigáveis em agenda A clausura habitual do Braga será interrompida esta semana com um treino à porta aberta (hoje, às 10h30) e dois jogos particulares marcados para amanhã e sexta-feira. No primeiro teste, a equipa arsenalista defrontará o satélite Vizela (II Divisão), às 15h30; no segundo, é provável que meça forças com um adversário da I Liga ou Liga Orangina. Maiorca não prescinde de Emílio N'Sue Tão depressa o nome de Emílio N'Sue (na foto) surgiu associado ao Braga como foi desmentida a sua saída do Maiorca. A Imprensa espanhola deu conta há alguns dias de um alegado interesse do clube português nos serviços do internacional sub-21, mas a história deixou de ter pernas para andar depois de fonte oficial do Maiorca ter assegurado que não está prevista qualquer cedência do extremo em Janeiro, na reabertura do mercado de transferências. O clube das ilhas Baleares adiantou inclusivamente que o próprio jogador, cujo passe está avaliado em 25 milhões de euros, manifestou o desejo de continuar às ordens de Joaquín Caparrós. O Jogo Polémica chega à raça PIntolerável em qualquer competição com a chancela da FIFA e da UEFA, a suspeita de insultos racistas ensombra desde ontem o futebol português. A bomba estalou logo pela manhã: em declarações prestadas à Rádio Renascença e Antena Um, Alan acusou o jogador Javi García de ter proferido insultos racistas contra si e Djamal durante o último Braga-Benfica, numa polémica que se junta às surgidas nas duas últimas épocas. A mesma versão foi contada pelo jogador líbio numa entrevista ao sítio "Blogolo", mas o médio do Benfica desmentiu tudo num comunicado publicado no sítio oficial do Benfica. Quem falou verdade? Será sobre isso que a Comissão Disciplinar (CD) da Liga se deve debruçar nos próximos tempos, eventualmente já a partir de hoje - o ponto 2 do artigo 6º do Regulamento Disciplinar atribui ao organismo "a faculdade de investigar os factos e impor (...) as sanções correspondentes", como lembrou a O JOGO o jurista José Manuel Meirim. As manifestações de racismo são punidas à luz do Regulamento Disciplinar, mas não bastarão as denúncias públicas dos dois jogadores do Braga para Javi García ser castigado, pois será preciso fazer prova dos factos. Caso seja provado que houve insultos racistas (tendo por base a audição de testemunhas), o espanhol será multado entre dois mil e dez mil euros, conforme prevê o Artigo 128-A, intitulado "comportamentos discriminatórios em ordem da raça, religião ou ideologia". Se não for provada a culpa do médio do Benfica, Alan e Djamal serão punidos com suspensões entre um e três jogos e multas de 125 a 1250 euros por "injúrias e ofensas à reputação" de um companheiro de profissão, conforme vem especificado na quarta alínea do artigo 128º do regulamento disciplinar da Liga. Segundo Meirim, "terá de haver um castigo, seja pelos insultos seja por difamação". Seja qual for o veredicto, a polémica está instalada. "Javi García disse que eu e o Djamal éramos pretos, mas tem de tomar cuidado porque o capitão e o lateral-esquerdo do Benfica são negros. Setenta por cento da torcida dele [do Benfica] é negra", declarou Alan. "Chamou-me negro e fez o mesmo ao Alan", acrescentou Djamal, contando inclusivamente que o jogador do Benfica terá tapado a boca com a mão para não ser apanhado pelas câmaras de televisão. A réplica de Javi García foi mordaz. "As declarações que foram produzidas são totalmente falsas e reveladoras do carácter do jogador que as produziu, o mesmo que no ano passado simulou uma agressão dentro de campo. Quem simula dentro de campo é bem capaz de fazer o que ele fez hoje fora dele." Vandinho no fim do túnel A "moda" dos tumultos nos túneis de acesso aos balneários estreou-se no Estádio AXA, num Braga-Benfica (2-0) realizado a 31 de Outubro de 2009. Ao intervalo do jogo, vários jogadores e alguns técnicos das duas equipas envolveram-se em trocas de palavras azedas misturadas com empurrões que levaram às expulsões de André Leone e Cardozo. Mas quem saiu realmente a perder foi o arsenalista Vandinho: suspenso por três meses por "tentativa de agressão" ao treinador-adjunto do Benfica, Raul José. Mossoró foi punido com três jogos de suspensão e uma multa de 1500 euros por "agressão consumada sob a forma continuada" a Cardozo, enquanto Ney foi castigado com dois jogos e uma multa de mil euros por "agressão consumada" ao paraguaio. Por parte do Benfica, apenas o director de segurança, Rui Pereira, e membros do "staff" técnico (José Ribeiro e José da Cruz) pagaram multas por "presença ilegítima em zona de acesso reservado durante o intervalo". Javi expulso em lance com Alan A primeira (e única) vez que Javi García viu um cartão vermelho em Portugal foi por causa de um lance com Alan, num Braga-Benfica disputado a 6 de Março de 2011. As águias venciam por 1-0, e o médio-defensivo foi expulso por alegada agressão ao extremo arsenalista, deixando a equipa visitante com menos uma unidade. Resultado: o Braga deu a volta à desvantagem e venceu a partida por 1-2. Javi García acusou o brasileiro de "fazer teatro", e o observador Joaquim Dantas deu nota negativa ao árbitro Carlos Xistra (2,7 numa escala de zero a cinco), especificando mesmo que o jogador do Benfica foi "injustificadamente" expulso. O caso foi recordado ontem no comunicado do centrocampista espanhol: "Quem simula dentro de campo é bem capaz de fazer o que ele fez fora dele." Humberto Coelho "surpreendido" com Javi O caso do jogo em Braga apanhou de surpresa Humberto Coelho. Os alegados insultos de teor racista proferidos por Javi García e dirigidos a Alan mereceram a estupefacção da velha glória encarnada. "Surpreende-me tudo isto, porque o Javi é um jogador com atitude profissional dentro de campo. Não fala muito, preocupa-se com o jogo. Não sei se foi verdade o que se passou, mas, a provar-se, não é bom e o jogador deve ser punido. No futebol, fomos habituados a conviver uns com os outros, até pelo facto de termos tido províncias ultramarinas, mas não me pronuncio mais sobre isto", referiu. Quebras de energia de ordem técnica As quebras de energia que se verificaram ao longo do Braga-Benfica, motivando três interrupções do jogo, tiveram origem "técnica" e mereceram uma intervenção em "tempo útil" de "equipas especializadas da EDP e da empresa de manutenção do sistema" de iluminação do Estádio AXA. Em comunicado publicado no seu sítio oficial, o Braga deixou bem claro que não houve qualquer tipo de intenção no sentido de prejudicar o andamento normal do jogo e foi ao ponto de especificar que o problema "afectou todos os intervenientes, directa ou indirectamente ligados ao espectáculo: Braga, Benfica, equipa de arbitragem, sócios e adeptos de ambas as equipas". Pelo meio, o clube considera que as falhas de energia verificadas não servem de "desculpa para justificar qualquer prestação desportiva abaixo do expectável": "Não devem estes acontecimentos [ser] extrapolados e transformados em algo que vá deturpar a imagem de uma partida bem jogada e que fez jus ao bom futebol." Gomes tomou conhecimento O presidente da Liga de Clubes, Fernando Gomes, esteve em Braga e assistiu à conversa entre Luís Filipe Vieira e António Salvador que alegadamente explica porque não havia água quente. "Quando houve o primeiro corte da luz, este provocou danos nas caldeiras. Isso foi explicado, na minha presença, pelo presidente do Braga ao presidente do Benfica", disse o dirigente. Quanto às "coisas estranhas" que Artur disse haver em Braga, Fernando Gomes diz "não saber" ao que se refere o guardião. Apesar dos incidentes, o líder da Liga realçou que esta está a ser "uma das mais competitivas provas dos últimos anos", o que a está a tornar "mais apetecível e com mais público". O Jogo Javi García nega racismo Javi García nega ter dirigido insultos racistas a Alan no Sp. Braga-Benfica disputado no domingo (1-1). "Essas declarações são totalmente falsas e reveladoras do carácter do jogador que as produziu. É o mesmo que no ano passado simulou uma agressão dentro de campo. Quem o faz também simula fora de campo", afirmou o médio espanhol do Benfica, em alusão a um lance que envolveu os dois jogadores em 2010/11, em Braga. Javi acabou expulso. Já Alan assegurou ter sido ostensivamente tratado de "preto" pelo espanhol, tal como o companheiro de equipa Djamal. O médio líbio confirmou a uma rádio francesa as acusações de Alan e pediu a Javi García para "parar" com as "porcarias". "O capitão do Benfica (Luisão) é negro, o lateral-esquerdo (Emerson) também, e 70 por cento dos seus adeptos são negros", realçou Alan. Javi García "estranhou" que acusações tão graves só tenham sido divulgadas ontem e não no domingo à noite, logo a seguir ao jogo em Braga. EX-COMPANHEIROS DE BRAGA CHAMAM "TRAIDOR" A ARTUR Artur ficou profundamente desiludido e magoado com o tratamento que lhe foi dispensado, no domingo, pelos jogadores do clube (Sp. Braga) que representou na época passada. Ser apelidado de "traidor" foi o que mais custou ao guardião do Benfica, que no final do jogo, mesmo sem levantar o véu, visou os arsenalistas. "Infelizmente, quando cá vem o Benfica, acontecem coisas muito estranhas", desabafou, tendo em mente acontecimentos que marcaram os jogos entre os dois clubes nas últimas temporadas. A excepção foi o jogo das meias--finais da Liga Europa (1-0 para o Sporting de Braga), no ano passado, em que estiveram presentes delegados da UEFA. Baiano vai ser operado O defesa-direito Baiano, do Sporting de Braga, sofreu uma entorse traumática no joelho direito e vai ser operado "oportunamente", parando por tempo ainda indeterminado. Segundo informaram ontem os arsenalistas, o jogador brasileiro lesionou--se nos minutos iniciais da partida com o Benfica (1-1, no domingo). Ainda se manteve durante alguns minutos no relvado, mas acabou por ser substituído por Leandro Salino (22’). O clube bracarense revelou que o defesa sofreu uma entorse no joelho direito, "tendo como consequência lesão do ligamento cruzado anterior, programando-se tratamento cirúrgico a realizar oportunamente". Não foi estimado um período de paragem, mas Ba-iano só deverá voltar a competir nos primeiros meses de 2012. O próximo jogo oficial do Sp. Braga é diante do Sporting, na 4ª eliminatória da Taça de Portugal, a 20 de Novembro, em Alvalade. Correio da Manhã Insultos racistas causam polémica Alan e Javi Garcia trocam acusações O jogador do Sporting de Braga garante que o médio do Benfica lhe terá dirigido insultos racistas durante o encontro de domingo. Alan acusou Javi Garcia de ter proferido insultos racistas no encontro entre o Sporting de Braga e o Benfica. Um dia depois do desafio, o médio brasileiro, que no rescaldo do encontro falou aos jornalistas sem ter mencionado estes factos, concedeu entrevistas à Antena 1 e Rádio Renascença em que acrescenta que o colega de equipa, Djamal, também foi visado pelos insultos de Javi Garcia, para além de ter desejado a morte dos seus filhos. 'Um menino chamado Javi García insultou-me. Chamou-me preto, só que colocou a mão à frente, porque não é homem para dizer isso. Chamou-me preto de *****, assim como ao Djamal. Eu sou negro com muito orgulho. E desejou que os meus filhos morressem. Devia tomar cuidado com o que diz, pois o capitão do Benfica também é negro e o lateral-esquerdo também, assim como 70 por cento dos adeptos do Benfica', disse Alan. Javi Garcia reagiu ás acusações através de um comunicado publicado no «site» do Benfica, negando todas as acusações. 'Tenho respeito por todos os jogadores, como profissionais e colegas, infelizmente, pelo que acabo de ser informado, respeito alguns em demasia. As declarações que foram produzidas são totalmente falsas e reveladoras do carácter do jogador que as produziu, o mesmo que no ano passado simulou uma agressão dentro de campo. Quem simula dentro de campo é bem capaz de fazer o que ele fez hoje (ndr: ontem) fora dele', defendeu-se Javi Garcia, estranhando que 'com acusações tão graves, o jogador em causa só se tenha lembrado delas hoje (ontem)', depois de Alan não ter mencionado este facto na zona mista no final do encontro de domingo. Recorde-se que Alan e Javi Garcia foram protagonistas do jogo do campeonato da época passada disputado em Braga, num lance em que o jogador do Benfica acabou por ser expulso por alegada agressão ao médio bracarense. Outra vez com Alan. Javi Garcia desmente que tenha insultado o jogador do Sporting de Braga Falha elétrica Presidente da Liga põe água na fervura O presidente da Liga e candidato à presidência da FPF disse ter-se inteirado dos problemas no Estádio AXA e que levou alguns dos jogadores «encarnados» a tomarem banho de água fria. À margem da cerimónia da assinatura do protocolo entre a Câmara Municipal de Odivelas e o Sporting, para a cedência do pavilhão multiusos local aos «leões» para a realização dos jogos do Grupo C da Ronda de Elite da UEFA Futsal Cup, Fernando Gomes adiantou que 'segundo me foi explicado a primeira falha elétrica danificou o sistema de caldeiras', Para o dirigente ter um campeonato com uma diferença pontual curta (cinco pontos) entre o primeiro e o quinto classificado, torna a 'competição mais apetecível', 'Esta diferença tão curta mostra que o campeonato é muito competitivo, também na luta pela permanência', defendeu. Sp. Braga rejeita acusações de Artur 'Quebra da luz não foi propositada', O Sporting de Braga esclareceu em comunicado que as quebras de energia verificadas durante o jogo com o Benfica tiveram origem técnica, rejeitando assim as acusações de Artur Moraes que deixou no ar a hipótese de as mesmas terem sido propositadas. Para a SAD minhota, os problemas técnicos 'não devem ser extrapolados e transformados para deturpar a imagem de uma partida bem jogada e que fez jus ao bom futebol e à excelente qualidade das duas equipas envolvidas', nem para 'servir de desculpa para justificar qualquer prestação desportiva abaixo do espectável', Os responsáveis minhotos frisam que 'não se tratou, portanto, de ação voluntária ou propositada, tendo em vista prejudicar alguém', 'O desagradável incidente devido a quebras de energia e, por consequência, falha na distribuição de água, durante o período de aquecimento e primeira parte do jogo, afetou todos os intervenientes, direta ou indiretamente ligados ao espetáculo', lê-se no comunicado, que termina dizendo que 'este infeliz incidente não afetou, nem afeta, as excelentes relações entre os dois clubes', Comunicado.Acusações rejeitadas Lesão grave Baiano operado ao joelho direito O defesa direito do Sporting de Braga sofreu uma entorse traumática do joelho direito e vai ser operado 'oportunamente', parando por tempo ainda indeterminado. Baiano, que se lesionou após um choque com um colega na sequência de um canto favorável ao Benfica, ainda se manteve alguns minutos no relvado, mas acabou por ser substituído aos 22 minutos. 'Chamou-me negro', Djamal confirma versão de Alan O médio do Sporting de Braga garantiu, em entrevista ao «site» «Blogolo», que o jogador do Benfica também lhe reservou insultos racistas. 'Sim, confirmo. Chamou-me negro e fez o mesmo ao Alan. Pergunto-me porque razão fez ele isto. É um jogo de futebol. Temos a sorte que ter este trabalho e são tipos como ele que arruínam a festa', acusou Djamal. PRIMEIRO DE JANEIRO Leonardo Jardim, em Braga finalmente de corpo inteiro No Minho o treinador António Salvador deu-lhe o que não tinha dado a nenhum treinador e Leonardo Jardim retribuiu com o que não tinha dado a nenhum clube: a vida dele mudou por completo. Pinto da Costa já o tinha elegido como um dos grandes do futuro, António Salvador não perdeu tempo e ofereceu-lhe o que não tinha oferecido a nenhum treinador. Nem a Jesus, nem Domingos, nem sequer a Jesualdo Ferreira: um contrato de três anos com a maior cláusula de rescisão de um técnico do Sp. Braga. Leonardo Jardim respondeu com o que também não tinha feito em nenhum clube e mudou o centro gravitacional: pela primeira vez deixou de viver sozinho no continente, trouxe a mulher (psicóloga) e o filho de quatro anos, que inscreveu num colégio privado de Braga. A Madeira ficava em definitivo para trás. Dentro de campo manteve a filosofia de sempre. Sem ser um génio, é competente. «Não é um especialista táctico, como agora se fala muito, ou técnico, ou físico, ou psicológico», conta o professor Hélder Lopes. «Entende o futebol como um fenómeno complexo e tenta jogar com todas as variáveis.» Perfil: um homem nascido para treinar «É sobretudo um homem que procura dominar todas as vertentes do jogo, que se rodeia de especialistas em cada área e que funciona como o coordenador de todos eles.» Carlos Pinto e Fangueiro concordam: não é um treinador egocêntrico. «Só sabe trabalhar em grupo. É o líder, mas faz tudo em conjunto.» Para Braga levou uma equipa: António Vieira é o número dois, Nélson Caldeira é metodólogo, e com ele estuda e define os treinos, Miguel Moita é preparador-físico e observador: o Braga tem uma equipa de scouts que estuda os adversários, mas Jardim não abdica da observação do homem de confiança. O treino de guarda-redes está entregue a Carlos Pires, que tem uma história curiosa: avançado dos distritais de Vila-Real, teve uma lesão que tentou debelar em Chaves, não conseguiu e terminou a carreira cedo. O clube convidou-o a dar uma ajuda no futebol jovem e começou a treinar os guarda-redes jovens. O dia em que fechou o estádio a cadeado As qualidades profissionais do antigo avançado empolgaram Leonardo Jardim. Levou-o para a equipa técnica e incentivou-o a tirar formação específica. Pires desenvolveu-se na função e Leonardo nunca mais abdicou dele. No fundo é assim, dizem: ligado às pessoas e sobretudo um homem terra-a-terra. Só teve, por exemplo, dois carros na vida: um Punto e um Leon que só encostou porque o Sp. Braga lhe deu um automóvel. «Eu até brinco que se um dia quiser fazer uma poupança, entrego-lhe o dinheiro. Com ele sei que está seguro, não há gastos supérfluos ou desnecessários», sorri Duarte Freitas. A história do adeus difícil à Madeira É essa austeridade que impõe no trabalho. José Moniz foi o padrinho de carreira e diz que lhe passou «os valores de seriedade, rigor e organização». «Comigo só trabalham pessoas competentes, não permito fretes nem brincadeiras. Ele tornou-se um rapaz cheio de qualidades. Foi um adjunto espectacular.» O resto é confiança e organização. Em Braga, por exemplo, adora a mediatização, sente-se bem no desafio, mas não perde tempo a preparar as conferências de imprensa: julga-se capaz à partida. Mas também não deixa nada ao acaso: sempre que chega, gosta de provocar uma revolução nos plantéis que herda. Na equipa habitualmente titular do Sp. Braga, aliás, só há quatro jogadores que repetem a presença no onze mais utilizado da época anterior. Antes disso, já tinha feito o mesmo no Chaves e no Beira Mar. «Quer jogadores novos, que venham de um plano inferior e que estejam cheios de vontade de se mostrar.» Como Leonardo Jardim. Homem simples, que prefere passar por uma churrascaria e levar um frango para jantar com a família em vez de grandes banquetes, mas que não aceita a mediocridade. «Há uma frase que lhe disse muitas vezes: Deus gosta de todos», diz José Moniz. «Mas gosta mais do que ganham.» Leonardo Jardim: o dia em que fechou o estádio a cadeado Treinador do Sp. Braga faz tudo para isolar o grupo, apoia-se nos bons profissionais e afasta os maus. Para garantir espírito colectivo até já mostrou filmes... Marcelo Delgado procurava um treinador jovem, ambicioso e com formação superior. O currículo de Leonardo Jardim foi um dos que lhe veio parar à frente: contratou-o, e Chaves desconfiou. Carlos Pinto era dos mais velhos do plantel. «Era um desconhecido, só tinha treinado o Camacha e olhámos para ele de lado.» Durou pouco. «Na primeira palestra deu-nos a volta. Disse claramente que o Chaves era um clube de passagem e que tinha ambições maiores. Disse-nos até que se em cinco anos, até aos 40, não chegasse à Liga, desistia do futebol e voltava para a vida dele na Madeira, para dar aulas e viver tranquilo.» Marcelo Delgado corrobora. «Percebemos que não estava ali para enganar ninguém.» Mas houve mais. «Nos primeiros dias mostrou-nos o filme 300», diz Carlos Pinto. «No fim fez uma palestra sobre a necessidade de sermos solidários e respeitarmos o líder. Se nos ajudássemos uns aos outros, iríamos ganhar.» O espírito de grupo estava garantido: e esse é um aspecto fundamental para Leonardo Jardim. «Ele não sabe trabalhar sem ser com grupos fortes», diz Fangueiro, que com ele alcançou a subida no Beira Mar. Carlos Pinto adianta outro pormenor. «Quando chegou, disse que ia avaliar o grupo e escolher os capitães.» Durante duas semanas estudou o grupo. «O capitão era o Kasongo, mas ele escolheu-me a mim. Fiquei surpreendido, mas depois percebi: para ele o capitão é um adjunto, é a extensão dele no campo e no balneário. Fala com o capitão, exige-lhe muito, quer que seja a base que congrega todo o grupo.» Fangueiro passou pelo mesmo no Beira Mar: mas ao avesso. «Eu e o Fary éramos os capitães na altura, mas ele nomeou o Hugo e o Artur. Fiquei chateado, nenhum capitão gosta de ser despromovido, mas depois entendi.» No Sp. Braga, por exemplo, passou a ser Alan pela saída de Vandinho. «Percebi que ele fazia aquilo pelo grupo, que éramos uma família e que era para o bem de todos. De Leonardo Jardim só posso falar bem, é um profissional a mil por cento. Come e bebe futebol o dia todo, consegue tirar o máximo rendimento do atleta, trabalha dentro do grupo e valoriza os jogadores», diz. Fangueiro conta até um episódio curioso. «Quando chegou ao Beira Mar proibiu os dirigentes de entrar no balneário.» Ao sábado costumavam levar os filhos e os netos para o treino, os miúdos entravam no campo e chutavam as bolas. «Ele comprou um cadeado e fechava os portões do Mário Duarte.» O extremo lembra até uma frase que o treinador repetia: «Aqui dentro não entra nada, somos só nós e somos uma família.» Carlos Pinto recorda outra: «Dizia constantemente que os resultados não são importantes, importante é o método. Se fizéssemos as coisas bem, os resultados apareceriam naturalmente.» O que leva a outra característica marcante de Leonardo Jardim. «Ele afasta os maus profissionais e apoia-se nos bons. Exige que façamos exactamente como ele quer, e se fizermos, temos tudo dele: ajuda-nos e se puder melhora-nos as condições de vida. Por isso quando muda leva vários jogadores com ele.» De resto, é um exemplo. «Acho que nunca o vi berrar com um jogador», diz Fangueiro. «Ele não precisa de gritar, é um líder que se impõe naturalmente», reage Carlos Pinto. «É rigoroso, sério e metódico. Ninguém trabalha mais do que ele, por isso tem toda a legitimidade para exigir o mesmo dos jogadores.» «Ele sabia tudo dos adversários, ao longo da semana passava-nos as informações e antes do jogo recapitulava tudo em powerpoint. Isto na II Divisão era impensável.» Por isso somou duas subidas seguidas, estreou-se na Liga e cumpriu em dois anos e meio a meta que definira para cinco anos. O futuro era promissor. MAIS FUTEBOL Ewerton e Paulo Vinícius em gestão de esforço Depois de um dia de folga, o SC Braga está de volta aos treinos. Debaixo de chuva forte, a sessão de trabalhos decorre nos relvados anexos ao Estádio AXA e a nota de destaque, para já, está relacionada com Ewerton e Paulo Vinícius. Os dois defesas brasileiros, titularíssimos na equipa orientada por Leonardo Jardim, fazem treino específico e gestão de esforço. Com Baiano a aguardar a marcação da cirurgia, devido à grave lesão sofrida diante do Benfica (entorse e rotura ligamentar do joelho direito), Nuno André Coelho e Ukra entregues aos cuidados departamento médico (ambos foram submetidos a intervenções cirúrgicas), referência ainda para Custódio, Imorou, Carlão e José Luís, outras baixas do plantel mas que já fazem trabalho de recuperação no relvado. A BOLA » SC Braga: Ewerton e Paulo Vinícius em gestão de esforço O SC Braga regressou esta terça-feira aos treino depois de Leonardo Jardim ter concedido um dia de folga ao plantel, na sequência do empate a uma bola com o Benfica, no domingo, na 10ª jornada da Liga portuguesa. Ewerton e Paulo Vinícius limitaram-se a realizar treino específico e gestão de esforço, enquanto Custódio, Imorou, Carlão e José Luís, outras baixas do plantel, já fazem trabalho de recuperação no relvado. Baiano aguarda a marcação de cirurgia depois da entorse e rotura ligamentar do joelho direito sofrida no encontro com o Benfica, que deixa o defesa brasileiro de fora dos relvados, pelo menos, até Fevereiro. ZEROZERO Capitães desafiam Artur Moraes a revelar truques utilizados O SC Braga-Benfica prossegue fora das quatro linhas. Depois de Alan e Djamal terem acusado Javi Garcia de conduta imprópria, pelos comentários e acusações racistas que o jogador benfiquista lhes terá dirigido durante o jogo de domingo passado, o sítio oficial do emblema arsenalista divulgou um comunicado assinado pelos capitães do SC Braga. Além de manifestarem total solidariedade para com os companheiros Alan e Djamal, Hugo Viana, Custódio e Mossoró, que dividem com o extremo brasileiro a tarefa de liderar o grupo, criticaram duramente Artur Moraes, guarda-redes do Benfica e que na última temporada com eles partilhou o balneário arsenalista. Eis o comunicado, na íntegra: «1- O grupo repudia todo e qualquer comportamento/manifestação racista ou xenófoba, demonstrando total e incondicional apoio aos colegas de grupo Alan e Djamal, cuja honra e dignidade foram postas em causa. 2- São deploráveis, e inexplicáveis as palavras de índole racista dirigidas aos atletas Alan e Djamal, no decorrer do referido jogo, tal como são incompreensíveis as ofensas à família do Alan. 3- Os atletas do SC Braga em causa são profissionais de honra imaculada, sem nunca terem vivido ou assistido a situação semelhante. 4- Djamal tem orgulho nas suas raízes e na sua carreira e Alan partilha dos mesmos valores. Alan que apresenta, em Portugal, uma carreira profissional de 10 anos, cuja idoneidade poderá ser comprovada pela própria equipa técnica do SL Benfica. 5- Manifestamos ainda tristeza e surpresa pelos comentários do nosso ex-colega de equipa, Artur Moraes, que põe em dúvida o valor, profissionalismo e seriedade desta instituição. Ele viveu este clube e sabê-lo-á, mais do que ninguém, que no SC Braga não são necessários “truques” ou “jogos sujos” para vencer. Assim o honrámos no passado, assim o fazemos no presente. 6- Desafiamos, por isso, Artur Morais, a revelar ou contar qualquer “truque” por nós idealizado ou perpetrado nos jogos com o SL Benfica, na época passada, no AXA, onde, para o campeonato vencemos por 2-1 e para a Liga Europa por 1-o. Jogos, onde Artur vestiu esta camisola.» A Bola Grupo solidário com Alan e Djamal «palavras de índole racista deplováreis» O plantel do Sp. Braga emitiu um comunicado, repudiando qualquer "comportamento/manifestação racista ou xenófoba" e lamentando que a honra e dignidade de Alan e Djamal tenham sido colocadas em causa por Javi García. "O grupo repudia todo e qualquer comportamento/manifestação racista ou xenófoba, demonstrando total e incondicional apoio aos colegas de grupo Alan e Djamal, cuja honra e dignidade foram postas em causa", pode ler-se. o plantel bracarense considera "deploráveis, e inexplicáveis as palavras de índole racista dirigidas aos atletas Alan e Djamal, no decorrer do referido jogo, tal como são incompreensíveis as ofensas à família do Alan". "Os atletas do SC Braga em causa são profissionais de honra imaculada, sem nunca terem vivido ou assistido a situação semelhante. "Djamal tem orgulho nas suas raízes e na sua carreira e Alan partilha dos mesmos valores. Alan que apresenta, em Portugal, uma carreira profissional de 10 anos, cuja idoneidade poderá ser comprovada pela própria equipa técnica do SL Benfica", acrescenta o comunicado. Ewerton e Paulo Vinícius em gestão de esforço Defesas do sp. braga treinaram com limitações O Sp. Braga regressou esta terça-feira ao trabalho depois do empate caseiro (1-1) frente ao Benfica, domingo, em jogo da 10.ª jornada da Liga Zon Sagres. Numa sessão onde a chuva marcou forte presença, os defesas Ewerton e Paulo Vinícius treinaram com limitações, pois o técnico Leonardo Jardim optou por colocar os dois brasileiros em gestão de esforço. Destaque ainda para a presença dos lesionados Imorou, Zé Luís, Carlão e Custódio, que ainda participaram na parte final do treino. Plantel desafia Artur a revelar "truque" comunicado no site oficial No mesmo comunicado em que se mostra solidário com Djamal e Alan, o plantel bracarense desafia Artur a revelar "qualquer truque". Em causa estão as suspeitas lançadas pelo guarda-redes do Benfica no final do jogo (1-1). "Manifestamos ainda tristeza e surpresa pelos comentários do nosso ex-colega de equipa, Artur Morais, que põe em dúvida o valor, profissionalismo e seriedade desta instituição. Ele viveu este clube e sabê-lo-á, mais do que ninguém, que no SC Braga não são necessários “truques” ou “jogos sujos” para vencer. Assim o honramos no passado, assim o fazemos no presente", pode ler-se. "Desafiamos, por isso, Artur Morais, a revelar ou contar qualquer “truque” por nós idealizado ou perpetrado nos jogos com o SL Benfica, na época passada, no AXA, onde, para o campeonato vencemos por 2-1 e para a Liga Europa por 1-o. Jogos, onde Artur vestiu esta camisola", acrescenta o comunicado. Record Comunicado do Plantel Sénior do SC Braga Após os infelizes acontecimentos durante e no fim do jogo com o SL Benfica, no dia 7 de Novembro de 2011, o plantel do SC Braga vem por este meio fazer saber o seguinte: 1- O grupo repudia todo e qualquer comportamento/manifestação racista ou xenófoba, demonstrando total e incondicional apoio aos colegas de grupo Alan e Djamal, cuja honra e dignidade foram postas em causa. 2- São deploráveis, e inexplicáveis as palavras de índole racista dirigidas aos atletas Alan e Djamal, no decorrer do referido jogo, tal como são incompreensíveis as ofensas à família do Alan. 3- Os atletas do SC Braga em causa são profissionais de honra imaculada, sem nunca terem vivido ou assistido a situação semelhante. Djamal tem orgulho nas suas raízes e na sua carreira e Alan partilha dos mesmos valores. Alan que apresenta, em Portugal, uma carreira profissional de 10 anos, cuja idoneidade poderá ser comprovada pela própria equipa técnica do SL Benfica. 4- Manifestamos ainda tristeza e surpresa pelos comentários do nosso ex-colega de equipa, Artur Morais, que põe em dúvida o valor, profissionalismo e seriedade desta instituição. Ele viveu este clube e sabê-lo-á, mais do que ninguém, que no SC Braga não são necessários “truques” ou “jogos sujos” para vencer. Assim o honramos no passado, assim o fazemos no presente. 5- Desafiamos, por isso, Artur Morais, a revelar ou contar qualquer “truque” por nós idealizado ou perpetrado nos jogos com o SL Benfica, na época passada, no AXA, onde, para o campeonato vencemos por 2-1 e para a Liga Europa por 1-o. Jogos, onde Artur vestiu esta camisola. Damos, assim, por terminado este assunto, esperando que nos relvados e na sociedade, sejam abolidos e por todos rejeitados quaisquer actos desta índole. Pelo grupo: Hugo Viana (capitão de equipa) Márcio Mossoró (capitão de equipa) Custódio (capitão de equipa) SCBraga Amanhã há jogo-treino frente ao Vizela A Liga pára este fim-de-semana, devido aos compromissos da Seleção Nacional, e Leonardo Jardim tem assim quase duas semanas para preparar o próximo compromisso oficial do SC Braga, agendado para o dia 20, com a visita ao Sporting, em partida referente à 4.ª eliminatória da Taça de Portugal. Uma das formas encontradas pelo técnico para eventualmente testar o onze e dar, também, mais ritmo competitivo a elementos menos utilizados foi a marcação de dois treinos de conjunto. O primeiro realiza-se amanhã à tarde (15.30 horas) e o adversário é o Vizela, clube satélite dos arsenalistas que compete na II Divisão, zona Norte, o outro ensaio foi agendado para sexta-feira à tarde, mas o opositor ainda não está encontrado. Os dois testes realizam-se no Estádio AXA e serão abertos ao público. A Bola
publicado por carlitos às 13:12

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