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Domingo, 30 de Outubro, 2011

 

NOTÍCIAS DO ENORME DO DIA 30/10

 

Os adeptos da Académica e do Braga mais optimistas vão dizer que no final é que se vê se foi um ponto ganho ou dois perdidos, mas, para já, é certo que foram, essencialmente, 90 minutos para esquecer. Foi até complicado preencher os lances do filme do jogo que está na página ao lado. Só uma dose de boa vontade e alguma imaginação permitiram terminar o texto. Os muitos emissários dos mais variados clubes portugueses e estrangeiros também devem ter sentido dificuldade para tirar apontamentos positivos. Adrien e Hugo Viana foram os que mais se distinguiram, lutando contra o marasmo de ideias. Por ser candidato aos quatro primeiros lugares, o Braga é um dos culpados pelo pobre espectáculo proporcionado. Tinha obrigação de jogar mais, de criar mais e melhores oportunidades e, acima de tudo, de mostrar ambição, algo que por vezes falta a esta equipa bracarense. Bom exemplo disso é a segunda parte do jogo em Maribor.

Curiosamente, os primeiros minutos até nem indiciavam um Braga apático. A equipa de Leonardo Jardim, novamente com Nuno Gomes e Lima no ataque, assumiu o comando do jogo, teve mais posse de bola e mais perto da área adversária. Foram cerca de 20 a 25 minutos de superioridade. Até que a Académica mostrou os dentes e começou a incomodar Quim. Nessa altura já com um futebol mais apoiado, depois de ter tentado surpreender Quim apenas em remates de longe.

Ambicioso, Pedro Emanuel tirou um apagado Diogo Valente e apostou na velocidade de Marinho. Jardim tardou a mexer na equipa, cada vez mais apática e quase exclusivamente à espera que Hugo Viana resolvesse todos os problemas. A dada altura, o esquerdino pegava na bola, olhava para o lado e não tinha ninguém a quem passar. Parecia uma ilha rodeado de estudantes por todos os lados.

Também é verdade quando o treinador do Braga mexeu os suplentes pouco ou nada trouxeram de novo. Paulo César, Mossoró e Meyong tinham obrigação de dar velocidade, criatividade e poder de fogo na área, mas nada disso aconteceu. Recuada e com pouca capacidade para circular a bola, a equipa bracarense vivia apenas dos tiros de meia distância. A Académica ainda tentou, mas o povoamento do meio-campo contrário também não permitiu mais. Descontentes com a exibição, os adeptos bracarenses insultaram Leonardo Jardim no final do jogo.

 

Leonardo Jardim

"Insultos? É normal"

Alvo de insultos por partes dos adeptos do Braga, que não esconderam a insatisfação pelo resultado e a exibição da equipa, Leonardo Jardim preferiu não dar grande importância ao assunto. "É uma situação normal. Eles [adeptos] gostariam de ter mais do que 18 pontos em nove jogos, mas têm de saber que o grupo tudo faz para, jornada após jornada, ter o maior número de pontos", referiu o treinador dos bracarenses, considerando "justo" o empate, porque "ninguém conseguiu marcar". "Na primeira parte houve um maior controlo nosso, pois tivemos mais posse de bola e mais domínio territorial. No entanto, não conseguimos traduzir esse domínio em golos. Na segunda, foi um jogo mais de transições, em que as equipas procuraram defender e atacar à vez", comentou Jardim, que excluiu, mais uma vez, os arsenalistas da corrida pela conquista do título esta época. "A nossa preocupação é somar pontos para cumprirmos o objectivo, que é ficar nos quatro primeiros lugares", declarou o madeirense.

 

O Braga um a um

Viana omnipresente

Quim 6

Salvo pela trave aos 54', teve duas defesas importantes na primeira parte.

 

Baiano 6

Fechou muito bem o flanco direito, anulando por completo Diogo Valente e Marinho.

 

Paulo Vinícius 5

Mais nervoso do que é normal, cometeu alguns erros no passe e ainda foi batido por Éder quando a trave rendeu Quim.

 

Ewerton 6

Sempre bem colocado, opôs-se bem a um tiro de Adrien (50') e não teve problemas em jogar feio para afastar o perigo.

 

Elderson 6

Controlou bem as movimentações ofensivas de Sissoko. Podia ter evitado o amarelo visto na parte final.

 

Djamal 5

Podem pedir-lhe para pressionar, para fazer faltas cirúrgicas e para roubar bolas que ele fá-lo com eficácia. O problema é mesmo na hora de construir.

 

Alan 6

Menos velocista e mais cerebral, fez quase sempre tudo bem. Perto do intervalo, trocou as voltas a Hélder Cabral pela enésima vez e por pouco não somou mais uma assistência para golo (Lima e Nuno Gomes chegaram tarde).

 

Hélder Barbosa 4

Sem grande margem de manobra, pouco perigo produziu.

 

Lima 4

Pouco esclarecido, nem sempre tomou a melhor decisão na hora de servir os colegas. Fez apenas um remate, e torto.

 

Nuno Gomes 4

Um disparo ao lado (51') foi o máximo que conseguiu fazer.

 

Paulo César 3

Tentou um chapéu a Peiser já no período de descontos.

 

Mossoró 3

Não teve o impacto que o treinador desejaria.

 

Meyong -

Passou mais tempo no aquecimento do que a jogar.

 

A ESTRELA: Hugo Viana 7

Tudo ele, tudo ele...

A expressão que notabilizava a personagem Magda, da série brasileira "Sai de Baixo", deve surgir vezes sem conta no pensamento do médio. Afinal, ele faz tudo no ataque: pensa, executa e até conclui as jogadas. Ontem, o melhor que o Braga produziu passou pelo seu pé esquerdo, que ameaçou por duas vezes (79' e 89') Peiser.

 

Elderson falha jogo com o Benfica

A menos que Imorou recupere milagrosamente de um problema muscular, o Braga não terá um lateral-esquerdo de raiz disponível para o jogo da próxima jornada, com o Benfica. Elderson viu ontem o quinto cartão amarelo no campeonato e vai agora ser obrigado a cumprir um encontro de castigo, tal como Adrien. O médio da Académica, que se encontra cedido pelo Sporting, não irá viajar até à Madeira para defrontar o Marítimo.

 

Arbitragem

Foi mais um a contribuir...

Mesmo sem lances que interferissem no resultado final, Jorge Sousa foi mais um a contribuir para o mau espectáculo. Esteve bem ao não assinalar as grandes penalidades pedidas por Braga e Académica, mas, pelo meio, cometeu inúmeros erros. Valeu-lhe que as duas equipas estiveram bem pior.

 

O MOMENTO: 54'

Excelente cabeceamento de Éder esbarra com violência na trave

Num jogo com poucas oportunidades de golo, ficou a sensação que quem marcasse primeiro ganhava. A Académica esteve perto dos três pontos à passagem dos 54 minutos, num excelente cabeceamento de Éder à trave. Depois de um cruzamento de Cédric, o avançado que sonha ser internacional A português antecipou-se a Paulo Vinícius e acertou no ferro. Quim não tinha hipótese.

 

Lances-chave

4' Lima toca para Hélder Barbosa, o esquerdino assiste Hugo Viana, que remata forte e Peiser desvia para canto.

14' Remate de fora da área de Adrien, Quim corresponde com uma boa defesa.

19' Remate de longe de Cédric, Quim defende com os punhos.

38' Hugo Viana desmarca Elderson, o lateral cruza para Lima, que remata mal e ao lado.

44' Hugo Viana combina com Alan, o brasileiro cruza para a pequena área, mas tanto Lima como Nuno Gomes não conseguem o desvio. Grande oportunidade.

49' Pape Sow desvia a bola da área com a cabeça. O Braga fica a reclamar penálti. Não pareceu falta.

50' Adrien dispara da fora da área, Ewerton opõe-se. Agora é a Académica que reclama grande penalidade. Não parece existir qualquer falta.

54' Éder cabeceia à trave.

 

[ver Momento do Jogo]

79' Mais uma iniciativa de Hugo Viana, o esquerdino remata e a bola sai a rasar o poste.

81' A Académica responde. Adrien aproxima-se da área e fica em boa posição, mas o remate sai a centímetros do poste.

87' Hugo Viana tenta novamente o golo, de muito longe, Peiser vê-se obrigado a defender com os punhos.

90' Paulo César tenta o chapéu a Peiser desde a linha lateral, o guarda-redes francês defende sem problemas.

 

Nuno Gomes solidário

Fãs incondicionais de Nuno Gomes, Rúben e Diogo Gomes receberam ontem, no pré-aquecimento, uma camisola autografada pelo ídolo. O avançado, que participou na iniciativa da Terra dos Sonhos, organização que se dedica a realizar sonhos de pessoas com doenças crónicas, esteve muito tempo a falar com os jovens.

O Jogo

  

Leonardo Jardim contestado

Aí estão os primeiros sinais mais evidentes de insatisfação pelo rendimento do SC Braga, que frente à Académica somou o terceiro empate na Liga, podendo, esta jornada, ser ultrapassado por Sporting e Marítimo.

 

 

 

Descontentes com o desfecho, os adeptos minhotos manifestaram-se ruidosamente contra o treinador Leonardo Jardim - no interior e exterior do Estádio Municipal de Coimbra - sendo o técnico um dos principais visados das vaias. Os simpatizantes do emblema bracarense mostraram o seu descontentamento por aquilo que consideraram ser uma má exibição da equipa.

Este fenómeno rapidamente se alastrou a outros aficionados e alargou-se ao Estádio AXA.

A Bola

E lá voaram dois pardais

O Sporting de Braga não perde em Coimbra desde a época 2002/2003, mas o resultado de ontem foram dois pontos perdidos para o conjunto minhoto. O Sporting de Braga foi uma equipa que na primeira metade do jogo criou bastante volume de jogo ofensivo, dominou a Académica, não teve grandes oportunidades, mas exerceu um grande domínio sobre o seu adversário.

 

Para que este volume de jogo fosse criado o Sp. Braga pro-curou logo de início neutralizar a organização ofensiva da Aca-démica. Para isso, Jardim colocou logo dois homens na frente não deixando que os estudantes saissem a jogar. Ou seja, Nuno Gomes e Lima serviam de pri-meira barreira à saída de jogo dos conimbricenses, Alan e Hélder Barbosa procuravam impedir as subidas pelas faixas la-terais e, no miolo, Hugo Viana e Djamal chegavam para as encomendas.

Logo aí os bracarenses come-çaram a ganhar ascendente sobre o seu adversário. O jogo esteve de feição para os arsenalistas que, com Hugo Viana à batuta criavam jogadas de ataque em quantidade suficiente para saí-rem para o intervalo em vantagem.

A mais evidente foi mesmo quando, já próximo do intervalo, Hugo Viana, com um passe para a ala direita, descobriu Alan solto, desequilibrando a defensiva da Académica, que cruzou para a área e Lima e Nuno Go-mes não conseguiram dar a me-lhor sequência. Se nos pedissem um exemplo para aquilo que ti-nha sido o jogo nos primeiros quarenta e cinco minutos, esta acção ofensiva dos bracarenses seria a mais próxima.

 

Para a segunda metade da partida, Pedro Emanuel mexeu na equipa e no jogo. A saída de um apagado Diogo Valente e a entrada de um rápido Marinho espevitou a equipa para criar mais situações de embaraço ao Braga.

A Académica teve uma atitude diferente na segunda parte, discutiu o jogo e criou duas situa-ções mais claras de fazer golo. O Sp. Braga não foi capaz de res-ponder da melhor maneira àquilo que a Académica fez na segunda metade. Apesar disso, os arsenalistas ainda tentaram contrariar a melhor entrada da Aca-démica na segunda parte.

Os minhotos começaram a pressionar mais alto e o ritmo de jogo manteve-se sempre com uma intensidade elevada, mas a verdade é que os comandados de Jardim já não conseguiram fazer aquilo que haviam feito na pri-meira metade, mérito da Acadé-mica que inclusive chegou a enviar uma bola à trave da baliza de Quim e acabou o encontro a beneficiar de dois cantos.

E assim dois pardais voaram do Choupal de Coimbra em véspera de se entrar em ciclo difícil.

 

“Importante é manter a estrutura”

Leonardo Jardim, de semblante algo carregado, surgiu no final do encontro mu ito ‘la palissiano’. O técnico do Braga atirou inicialmente que “uma equi-pa joga aquilo que a outra dei- xar”. Sobre o que se tinha passado dentro das quatro linhas, o técnico do Sporting de Braga co-meçou por afirmar que “na primeira parte tivemos uma boa circulação de bola, mas não fomos capazes de impor um ritmo elevado e assim não consegui-mos criar situações de golos. Na segunda parte, foi diferente, houve um ritmo intenso, pois as substituições acabaram por tra-zer a manutenção da intensidade de jogo e os pontos acabaram por ser repartidos”.

Sobre o facto de pela primeira vez o Sporting de Braga ter repetido o onze inicial de um jogo para outro, o treinador arsenalista referiu que “repeti um onze porque achei que se enquadrava melhor jogar assim com este adversário” e frisou que “o importante é manter uma estrutura e, com os jogos, cada vez mais vamos consolidar essa estrutura”.

Jardim mencionou ainda que “o grupo vai assimilando o que o treinador pretende e é normal que existam oscilações de jogo para jogo e mesmo dentro de um jogo” e referindo-se ao encontro de ontem afirmou que “na primeira parte fomos mais dominadores e estivemos por cima, na segunda metade fomos mais agressivos do pontoe vista vertical”.

Relativamente ao ciclo de jogos que vai agora iniciar com a partida da próxima quinta-feira com o Maribor e que vai entrar pelo mês de Novembro, o treinador do Sporting de Braga assegurou que a sua equipa “está preparada como, de resto, sempre esteve”.

Mostrando-se pragmático, o técnico arsenalista referiu que “sabemos que todos os jogos valem três pontos. Nesse sentido, vamos respeitar todos os adversários como sempre o fazemos, mas queremos jogar para vencer”.

Questionado sobre se esta série de jogos poderá definir o futuro da época do Sporting de Braga, Leonardo Jardim mostrou-se pouco convencido disso e afirmou que “o futuro da época de uma equipa define-se ao longo dos meses que fazem o campeo-nato e não de um série de jogos”, acrescentando que “este mês de Novembro vai ser bastante competitivo e os nossos jogadores gostam de jogar diante de adversários de valor e é isso que vai acontecer, nada mais”, concluiu Jardim.

 

Adeptos mostram desagrado com leonardo jardim

Durante o jogo no Estádio Cidade de Coimbra, os adeptos do Sp. Braga mostraram desagrado com o técnico Leonardo Jardim, com cânticos insultuosos, alguns adeptos nada satisfeitos com as opções do treinador arsenalista. À saída do estádio, uma pequena falange voltou a acentuar as críticas ao técnico.

Correio do Minho


Sporting de Braga teve suficiente no exame de Coimbra

O Sporting de Braga não foi além de uma igualdade (0-0) em Coimbra, frente à Académica, numa partida onde esteve melhor no primeiro tempo, mas permitiu, na segunda parte, que os estudantes tivessem duas boas situações para marcar. Hoje é a vez de o Vitória de Guimarães – a viver um momento conturbado a nível directivo e desportivo – receber o Rio Ave, em jogo de “alta tensão”.

Diario do Minho


Equilíbrio: Jogo pobre em que a melhor ocasião de golo foi da Briosa

Falta de rasgo deu em nulo

Académica e Sp. Braga empataram sem golos, num jogo pobre em que se contam pelos dedos de uma mão as oportunidades de golo.

Os arsenalistas controlaram os primeiros 45 minutos – um domínio consentido pela Briosa, que parecia apostada no contra--ataque – mas só por duas vezes conseguiram assustar Peiser: aos 4’, num remate de Hugo Viana que o guarda-redes francês defendeu bem e, em cima do intervalo, num perigoso cruzamento de Alan, que Lima e Nuno Gomes, à boca da baliza, não conseguiram emendar.

Os estudantes regressaram mais afoitos dos balneários e estiveram à beira de marcar (54’), mas o cabeceamento de Éderzito, após cruzamento de Cédric (belo jogo do lateral emprestado pelo Sporting), embateu com estrondo na trave.

 

Aos 82’, foi a vez de Adrien, dentro da área minhota, rematar muito perto do poste esquerdo. Apesar de tudo, a divisão de pontos é justa.

CORREIO DA MANHA


AMSAC goleou o Sp. Braga/AAUM na abertura da 9ª jornada

AMSAC e Sp. Braga abriram a nona jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Os homens da casa venceram por números que não deixam dúvidas. 7-1 foi o resultado final a favor da equipa de Santo António dos Cavaleiros.

Zézito acabou por ser a grande figura da partida ao assinar um "hat-trick", ele que jáa soma onze golos na competição.

FUTSALGLOBAL


Mossoró: «Bastava um golo para mudar todo o jogo»

Académica-Sp. Braga, 0-0 (reportagem)

Mossoró, jogador do Sp. Braga, no final do encontro com a Académica, em Coimbra, este sábado:

«Foi um mau resultado. Não era o que a gente esperava. Com todo o respeito à Académica mas era fundamental termos vencido para o próximo jogo. Foi um jogo muito dividido mas acho que merecíamos outro resultado. A finalização falhou a finalização. Começámos bem, em cima e a pressionar só que não marcámos. Bastava um golo para mudar toda a estrutura do jogo. Se não fazemos, o adversário defende-se e tentar sair em contra-ataque e isso torna o jogo perigoso. Em casa tem corrido tudo muito bem e fora sentimos dificuldades. Estamos no primeiro terço do campeonato mas temos de mudar isso logo.»

 

Leonardo Jardim: «Tudo fazemos para levar o clube mais alto»

Académica-Feirense, 0-0 (reportagem)

Leonardo Jardim, treinador do Sp. Braga, no final do nulo imposto pela Académica, este sábado, em Coimbra:

 

«É um resultado justo porque ninguém conseguiu marcar. Penso que a primeira parte foi totalmente dominada pelo Braga mas não conseguimos criar situações de finalização que justificasse esse domínio nas várias vertentes. Já a segunda parte teve mais equilíbrio, com a Académica a tentar sair em transição e nós preocupado em estar equilibrados para não sermos surpreendidos. A partida ganhou em emotividade e foi mais equilibrada. Acho que a estratégia das duas equipas pouco se alterou ao longo dos 90 minutos em termos tácticos, mas a intensidade aumentou por parte da Académica na segunda parte, daí que tenha equilibrado. Só foi pena que algumas decisões, em termos ofensivos, não tenham tido mais qualidade. Contestação? É uma situação normal. É claro que adeptos não estão satisfeito por terem 18 pontos em nove jogos, gostariam de ter mais mas o que precisam de saber é que a equipa tudo faz, jornada a jornada para levar, o clube o mais longe possível.»

 

Hugo Viana: «Jogadores sabem o que podem dar»

Académica-Sp. Braga, 0-0 (reportagem)

Hugo Viana, jogador do Sp. Braga, comentou desta forma o empate a zero na visita ao reduto da Académica, na 9ª jornada da Liga 2011/12. Declarações na flash interview da SportTV:

 

«No segundo tempo, houve mais espaço entra a nossa linha média e a linha avançada e talvez eles tenham estado melhor na segunda. Pelo que fizemos na primeira, sobretudo, penso que merecíamos a vitória. Saímos daqui com o empate mas queríamos vencer. Estamos motivados. Pelo que fizemos hoje, os jogadores sabem o que podem dar. Temos outro jogo quinta-feira, vamos recuperar para estar na próxima força.»

 

Académica-Sp. Braga, 0-0 (destaques)

Inconformismo até Viana não chegou. Esquerdino fartou-se de rematar e de empurrar a equipa mas o nulo não se alterou

 

A figura: Hugo Viana

O mais inconformado dos arsenalistas. Ensaiou várias vezes o remate de meia distância, causando quase sempre dificuldades à equipa da casa, mas faltou-lhe maior precisão. Quase no final, por exemplo, viu Peiser negar-lhe mais uma vez um daqueles disparos do meio do nada. Não foi seguramente por ele que o Sp. Braga não saiu de Coimbra com melhor resultado.

 

A decepção: Nuno Gomes

É um daqueles jogadores, pelo passado, a quem se exige sempre mais do que aos outros e isso pode desvirtuar uma análise mas a verdade é que, este sábado, em Coimbra, o 21 bracarense ficou em branco e a equipa não ganhou. A máxima era válida até este jogo com a Académica e, obviamente, um dia haveria de conhecer o seu termo. Mas mais do que isso, o ex-benfiquista foi um sombra de si mesmo em campo e acabou, naturalmente, por ser o primeiro «sacrificado» por Leonardo Jardim.

 

Outros destaques:

Defesa da Académica

Bastante criticado nos últimos tempos, o quarteto mais recuado dos estudantes deu, neste sábado, um recital de bem defender. Os centrais, João Real e Abdoulaye mostraram concentração a toda a prova, Cédric e Hélder Cabral souberam fechar os corredores mas também atacar a preceito, sobretudo o primeiro.

 

Éder

Deixou marca no jogo com um cabeceamento cheio de fogo que deixou a barra a tremer. Faltou-lhe espaço, entre os centrais bracarenses, para fazer mais, ficando-se pela melhor ocasião de golo da partida. Terá sido suficiente para levar os minhotos em Janeiro a exercerem o direito de preferência que detêm sobre o luso-guiniense?

 

Adrien

Voltou a fazer um jogo de alta intensidade, sempre ligado à corrente na luta do meio-campo. Equilibrado a defender e a lançar o ataque. Perto do fim, teve nos pés o golo da vitória mas ficou a escassos centímetros da felicidade...

 

Académica-Sp. Braga, 0-0 (crónica)

Minhotos são mesmo diferentes fora de portas. Leonardo Jardim tem razão: esta equipa precisa de ser mais produtiva longe da Pedreira.

 

Se dúvidas houvesse, ficou provado que este Sp. Braga tem duas caras. Uma em casa e outra para quando joga fora. Leonardo Jardim falou dessa dicotomia no lançamento da partida de Coimbra. Nem de propósito, a equipa voltou a não ser capaz de ganhar fora de portas. Nem com o mesmo onze que venceu em Birmingham, e bateu o Nacional e o Feirense, na semana passada.

Era importante para os minhotos conquistar um bom resultado antes do ciclo terrível ante o Maribor, Benfica e F.C. Porto, mas faltou-lhes mais e melhor capacidade de decisão no último terço do terreno, num jogo em que a equipa se foi paulatinamente eclipsando, depois de uma primeira parte promissora, permitindo até ao adversário alimentar esperanças.

A Académica, que ainda não tinha coleccionado qualquer empate na Liga, terá ficado com um certo gosto amargo na boca por aquilo que fez na segunda parte e pelo próximo que ficou de acabar com uma maldição com oito anos. Paciência. Fica a certeza de que a equipa está viva depois de duas derrotas consecutivas para o campeonato.

 

Contra um muro negro

Os bracarenses começaram com mais posse de bola e domínio absoluto, enquanto os estudantes respondiam em contra-ataque e alguns remates de longe, mas a verdade é que em oportunidades as coisas tenderam rapidamente para o equilíbrio.

Os arsenalistas, mais rápidos sobre a bola e fluidos no seu jogo, chegavam facilmente à área estudantil, mas, chegados ai, esbarravam num muro negro, espesso e com fortes alicerces. Peiser ainda foi chamado a fazer um par de intervenções nos instantes iniciais até que o marasmo se instalou.

A Académica conseguiu reagir com alguma consistência perto do intervalo mas era o Sp. Braga que continuava a ditar leis... sem pontaria. Alan está na origem da melhor oportunidade com um cruzamento a que nem Lima nem Nuno Gomes conseguem chegar na pequena área. Sorte para a Briosa!

 

Braga desaparece, renasce a Briosa

Pedro Emanuel mexeu ao intervalo, trocando Diogo Valente por Marinho e o veloz extremo esteve em foco ao criar um lance do qual os da casa ficaram a reclamar grande penalidade. Nuno Gomes respondeu com um remate em boa posição mas torto e a Académica parecia, agora, disposta a discutir o jogo.

Passou a haver mais espaço e com isso ganhou o espectáculo e a emotividade. Sobretudo depois de um cabeceamento fulgurante de Éder que levou a bola estrondosamente à barra. O jogo estava, definitivamente, diferente. Passou a haver mais Briosa e menos Braga.

Aliás, os minhotos como que começaram a desaparecer da partida e os estudantes quase lograram ficar com os três pontos.

Maisfutebol

 

Uma dezena de adeptos não os poupou

Jogadores do braga insultados à chegada ao Axa

A chegada da comitiva do Braga ao Estádio AXA, ontem, pouco depois das 23h00, não foi pacífica. Um grupo de adeptos arsenalistas, pouco mais de uma dezena, fez questão de esperar a equipa para lhe mostrar a revolta pelo empate a zero no terreno da Académica e pela exibição, insultando os jogadores e, novamente, o treinador Leonardo Jardim, que já fora insultado no final do encontro. O Braga ocupa a terceira posição, mas hoje poderá ser ultrapassado por Sporting e Marítimo na classificação. Fora de casa, os arsenalistas têm uma vitória, três empates e uma derrota.

O JOGO

 

publicado por carlitos às 15:51

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