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Quinta-feira, 06 de Outubro, 2011

 

 

Numa cerimónia recheada de glamour, emoção e muitas fotografias, a entrega do prémio do 2.º Concurso Internacional de Fotografia ‘Emergentes DST’, que decorreu anteontem à noite no Theatro Circo, deixou “sem palavras” o vencedor Zoltán Jókay. Já o presidente do júri, Manuel Teixeira da Silva, da Galeria Módulo, em Lisboa, enalteceu o festival ‘Encontros da Imagem’, na qual está inserido o concurso, que é o 2.º mais antigo da Europa.
Os ‘Encontros da Imagem’ são já “uma mais-valia para a imagem de Braga no exterior”, assegurou o presidente do júri do prémio ‘Emergentes DST 2011’. E Manuel Teixeira da Silva foi mais longe: “este projecto não deve deixar de ser acarinhado. Braga com todo este magnífico património histórico é um pólo atractivo e os ‘Encontros’ são uma mais-valia, porque aqui consegue-se congregar a história com a contemporaneidade”.
O presidente do júri admiu, ainda, que Braga “ tem conseguido acompanhar a parte inovador e evolutiva” que tem acontecido na área da fotografia. “E a subida de qualidade e aumento de presença de estrangeiros neste prémio” não ficam alheias a esta aposta, assegurou aquele crítico, realçando, também, a qualidade dos muitos artistas presentes.
À empresa DST, aquele responsável deixou também um elogio: “a empresa mostrou sensibilidade e inteligência ao criar este prémio de fotografia”.
Manuel Teixeira da Silva não se ficou por aqui no que toca a elogios e aproveitou para destacar “a excelente organização”, saudando “a teimosia desta equipa reduzida, que trabalha com um parco orçamento”.
Antes de ser revelado o grande vencedor da noite, o director do festival, Rui Prata, também não poupou críticas e elogios. “Vamos na 21.ª edição dos ‘Encontros da Imagem’ e esta pequena equipa tem conseguido ultrapassar enormes obstáculos”, recordou.
“Desgraçadamente são os artistas que recebem a fatia mais pequena do bolo. Os governantes e os empresários têm que perceber que a cultura é um factor de dinamismo económico. As pessoas que participam neste tipo de eventos ficam em hotéis, vão aos restaurantes e até levam uma recordação da cidade”, justificou.
Os ‘Encontros da Imagem’ só têm sido possíveis, sublinhou o director, com o apoio do anterior Ministério da Cultura, da Câmara Municipal de Braga, dos museus, de algumas instituições e patrocinadores, destacando a empresa DST, por “ter acreditado neste prémio”.
Os fotógrafos que chegam dos quatro cantos do mundo “vêem aqui uma possibilidade de ter retorno do seu trabalho, porque para além da possibilidade de abrir portas para novos projectos, o prémio financeiro vai permitir-lhes desenvolver novos projectos”.
Também Ângela Ferreira, co-directora do festival, admitiu tratar-se de um “momento ímpar” dos ‘Encontros da Imagem’, já que se conseguiu com “uma equipa pequena, mas forte” chegar até aqui. Aquela responsável aproveitou, ainda, para elogiar a “ambição” e a aposta da empresa DST em trilhar este percurso. “Este prémio tem este nome, ‘Emergentes’, porque temos autores visionários e autênticos valores que são um estímulo à produção fotográfica”, vincou.

Cultura é “arma” para a crise

Depois da aposta n a literatura e no teatro, seguiu-se a fotografia. É desta forma que a empresa DST encara a realidade, porque só com “estas armas”, que têm “um papel central na empresa” será possível ultrapassar a crise.
O CEO da empresa bracarense, José Teixeira, que falava anteontem à noite no Theatro Circo, na entrega do prémio ‘Emergentes DST 2011’, defendeu que “participar é um dever cívico de todos, independentemente da área”. Por isso, aquele responsável elogiou os responsáveis dos ‘Encontros’, que “o fazem como deve ser feito”, reconhecendo o trabalho desenvolvido por “uma equipa forte” numa área que “serve tanto” para fundamentar o que hoje é a DST. E justificou: “somos uma empresa criativa e inovadora. Somos uma empresa ‘triple C’, ou seja, culta, cosmopolita e cool”.
Sobre os ‘Encontros da Imagem’, que decorrem até ao final do mês, o presidente da empresa, admitiu que foi possível “promover o evento para o mundo, permitindo aos ‘Encontros’ serem o que de melhor tem chamado os cidadãos a participar”.
Ainda antes de anunciar o vencedor do prémio, inserido nos ‘Encontros da Imagem’, José Teixeira salientou o facto dos líderes europeus terem reconhecido que “não há salvação para esta maldição”. Perante este cenário, aquele empresário acredita que “é preciso pensar o mundo como uma nova era da história mundial”. E foi mais longe: “esta é a razão da determinação da nossa empresa e é uma solução inteligente porque estamos a criar uma geração de riqueza com base noutras literacias, que não sejam as habituais técnicas. Este ciclone não se domina com equações matemáticas, as humanidades e a filosofia são nucleares para encontrar uma solução”.
‘Emergentes DST’, que nasceu em 2010, é fruto de uma parceria entre os ‘Encontros da Imagem’ e a empresa DST e engloba um prémio no valor de 7.500 euros e dá direito ao galardoado fazer uma exposição individual na edição do próximo ano.

Fotógrafo húngaro ficou “sem palavras”

Actualmente a exercer a actividade profissional num lar de idosos com problemas mentais, o artista húngaro, que venceu o 2.º Concurso Internacional de Fotografia ‘Emergentes DST 2011’, ficou “sem palavras” quando ouviu, anteontem à noite, o seu nome. Zoltán Jókay ficou “tão emocionado e nervoso”, que apenas conseguiu agradecer, no palco do Theatro Circo, o prémio que tinha acabado de ganhar.
“Intimista, intenso e objectivo” foram alguns dos adjectivos que, segundo os jurados, descrevem o portefólio do artista húngaro. “A sua experiência profissional num lar de idosos permitiu-lhe exceder limites e transpor para a fotografia a dor, a solidão, o desespero e a angustia muitas vezes associada à condição humana”, explicou, entretanto, o editor internacional da Hot Shoe Magazine, nos EUA, Bill Kouwenhoven.
O artista húngaro iniciou a sua paixão pelo universo fotográfico através da captação de imagens de cidadãos de classe baixa. Com o passar dos anos, focou o seu trabalho num retrato mais profundo e transpôs para as suas imagens alguns sentimentos.
Zoltán Jókay sucede ao primeiro vencedor do concurso, o português Virgílio Ferreira, que apresentou, no ano passado, a sessão de fotografias ‘Uncanny Places’. In “correio do minho”

publicado por carlitos às 20:30

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